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Categoria: Gambiarras elétricas

várias tomadas ligadas em um único benjamin
Economia de energia Gambiarras elétricas

Os perigos das gambiarras

Os perigos das gambiarras para sua segurança O brasileiro é conhecido pelas famosas gambiarras. Utilizadas no cotidiano para resolver, de forma rápida e simples, problemas relacionados principalmente à eletricidade. Porém, além de comprometer a eficiência dos equipamentos, esse hábito oferece diversos riscos a curto ou longo prazo. Confira os principais perigos das gambiarras a seguir! Dentre os principais perigos estão curtos circuitos, pequenos incêndios e choques elétricos. Segundo a Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade), no ano de 2019 quase 700 pessoas vieram a óbito devido a choques elétricos no Brasil, boa parte desse número decorrente de acidentes domésticos. Confira a seguir as gambiarras mais perigosas e porque evita-las. Fios soltos e dessarumados Uma das gambiarras mais comuns é deixar fios e extensões espalhadas pela casa. Isso pode causar diversos acidentes como tropeços, quedas, choques e até incêndios (caso a parte de cobre esteja exposta). O indicado é sempre colocar os fios dentro de caixinhas ou conduítes, assim o ambiente fica mais seguro e a estética mais harmônica. Uso de benjamins sem moderação Um facilitador da vida cotidiana é o famoso benjamin, também conhecido como “T”. Contudo, o utensílio pode se tornar um péssimo aliado se usado de forma incorreta. Um erro comum é acreditar que o T multiplica a capacidade elétrica da tomada. Quando se usa o benjamin, a probabilidade de se instalar equipamentos que ultrapassem a potência máxima da tomada aumenta, e junto com ela o risco de choques, curto circuitos e pequenos incêndios. Portanto, atentar-se para não conectar um benjamin a outro e apenas ligar aparelhos com cargas baixas como TVs, rádios e ventiladores convencionais, para não sobrecarregar a tomada são medidas necessárias para uma maior segurança. Uso indiscriminado de réguas e filtros de linha Da mesma forma que os benjamins, é importante utilizar moderadamente os filtros de linha e réguas. Pelos mesmos motivos de sobrecarga da tomada, é indicado ligar apenas aparelhos de baixa potência como carregadores de celular, notebook e roteadores. Se a régua tem 4 saídas, cada uma deve ligar um aparelho que exija no máximo ¼ da capacidade total da tomada. Respeitando o limite de carga da tomada evita-se incidentes como queima de aparelhos. Aparelhos de alta potência em tomadas comuns Algo que não deve ser feito em nenhuma hipótese, é a instalação de um equipamento de alta potência como ar condicionado e torneira elétrica em uma tomada comum. Tais equipamentos devem ter circuitos exclusivos que suportem a potência deles. Quando não ocorre a adequação do sistema elétrico para receber esses aparelhos, há possibilidade de interrupção no fornecimento de energia do circuito no qual eles estão ligados, risco de sobrecarga e incêndios. Fita isolante para emendar fios Outra gambiarra que compromete a segurança é emendar fios com fita isolante. Isso porque uma emenda pode superaquecer e romper os condutores, causando incêndios. Também pode levar ao consumo elevado de energia, por conta de fugas de corrente, aumentando gastos. Prender disjuntores para não desarmar Os disjuntores são dispositivos de segurança que garantem a preservação dos aparelhos ligados a eles. Sempre que a carga é ultrapassada, ele desarma como uma forma de aviso, evitando que os aparelhos queimem. Prende-los para que não desarmem abre uma grande probabilidade de ocorrer incêndios. Não instalar o dispositivo diferencial-residual (DR) Apesar de ser obrigatório desde 1997, nem todas as residências brasileiras o possuem. O DR é um interruptor que identifica e desliga automaticamente correntes elétricas não detectáveis pelo disjuntor, que podem causar choques e curto circuitos. Não realizar o aterramento residencial O sistema de aterramento também é obrigatório em residências brasileiras e protege contra choques elétricos. É essencial que o fio de aterramento seja instalado em todas as tomadas e pontos de energia da casa. Tirar o terceiro pino da tomada Atualmente, a maioria dos dispositivos vendidos vem com uma tomada de 3 pinos, novo padrão brasileiro. Entretanto, muitas casas ainda possuem tomadas de apenas dois pinos. Algumas pessoas optam por retirar o terceiro pino. Na prática, esse ato é mais prejudicial que benéfico. Em locais onde a rede elétrica não é estabilizada, são comuns fugas de tensão e essa energia fica armazenada na estrutura metálica do dispositivo. Sendo assim, se alguém encosta na carcaça leva um pequeno choque. Fora isso, em dias chuvosos e de tempestades, o aparelho pode ficar submetido a altas tensões e vir a queimar. A função do terceiro pino é levar a energia excedente para o solo, desmagnetizando o aparelho e assim não ocasionando incidentes ou problemas maiores. ENTRE EM AÇÃO! Agora que conhece os perigos das gambiarras, que tal dar uma olhada em quais tem em sua casa e elimina-las? Temos certeza que assim o ambiente ficará muito mais seguro. Estamos à disposição para tirar eventuais dúvidas e ajudar no que for possível! Acompanhe nossas redes Posts anteriores

 
várias tomadas conectadas no benjamin
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Gambiarras elétricas em casa

5 gambiarras elétricas e como resolver É muito comum que as pessoas optem por gambiarras elétricas em seus imóveis. Ao invés de contatarem um especialista ou engenheiro, optam por fazerem a manutenção. Mas essas mudanças podem gerar acidentes graves e até desperdício de energia. No final, o barato sai caro. Confira as mais comuns, que você pode ter em casa e nem saber de seu perigo, e algumas dicas para encontrar uma solução para elas. 1. “Gato” na caixa elétrica Dentre as gambiarras, fazer “gato” é uma das mais comuns. Além de ser crime e poder gerar uma pena, coloca em risco quem faz esse tipo de ligação. Geralmente a pessoa não usa nenhum equipamento de segurança, logo sua vida está em perigo. Caso você note algum problema em sua caixa elétrica ou painel de energia, o mais recomendado é contratar um especialista para ele ver e resolver seu problema. 2. Fios elétricos emendados É comum ver fios elétricos “consertados” com esparadrapo ou fita isolante. Porém se eles entram em contato com alguma peça metálica, por estarem mal remendados, ocorre uma fuga de corrente elétrica. A corrente escolhe sempre o caminho mais curto. Consequentemente, a conta vem mais cara. O ideal é a substituição de fios rompidos por novos. Para isso, é imprescindível um profissional que entenda do assunto. Ele vai indicar os fios mais adequados a fiação e evitar que isso aconteça novamente. Saiba mais: como testar se está ocorrendo fuga de energia na minha residência. 3. Uso inadequado dos “T” O famoso benjamin ou “T” é recomendado para aparelhos que exigem pouca corrente. Em aparelhos como secador ou microondas, que a corrente é alta, é preferível o uso de extensores. É importante se atentar a corrente nominal e tensão que um adaptador aguenta. Por isso, preste sempre atenção ao comprar um. Caso ainda tenha dúvidas, o mais aconselhável é consultar um eletricista ou especialista. Ele vai te ajudar a calcular tudo que é necessário e te indicar a melhor forma de ter diferentes pontos de energia. 4. Emendas mal feitas Caso precise fazer alguma emenda entre dois fios, certifique-se que são do mesmo material. Utilize conectores de derivações ao invés de fitas isolantes, durex ou fita crepe. Se utilizar algum desses matérias inadequados, o risco de um acidente é grande. 5. Não usar todos os dispositivos de segurança O nome “dispositivo de segurança” não é à toa. Ele irá proteger você e sua família contra acidentes elétricos no dia a dia. Se você não tem certeza se possui todos ou se todos estão dentro das normas, fale com alguém que entenda do assunto. Ele é a pessoa mais indicada para resolver esse tipo de problema e garantir a segurança da sua casa. Confira nossos últimos posts Nossas redes sociais