EmpelTec Jr.

Empelblog

Inovações e conhecimento na área de Engenharia Elétrica

Voltar à página inicial
Economia de energia Projeto elétrico

Iluminação: tudo o que você precisa saber para a sua casa

Iluminação: tudo o que você precisa saber para a sua casa Que uma casa precisa de uma iluminação, todo mundo sabe, mas como fazê-la da melhor forma? Neste post passaremos por todos os cômodos da casa, desde o banheiro até seu quarto, e vamos comentar qual a melhor para cada um deles. Seja a sua residência um pequeno estúdio em São Paulo ou uma grande casa no interior, você precisa se preocupar com suas luzes. Uma lâmpada mal colocada pode interferir diretamente na sua produtividade, sabia? Sem mais delongas, vamos começar? Banheiro Este ambiente deve estar muito bem iluminado para a sua finalidade. Para começar, pense na iluminação que vai cobrir todo o ambiente, depois nos focos. Ela deve ser evitada de ser colocada em cima do vaso sanitário, pois ele não é o destaque do seu banheiro. Além disso, isso traria desconforto para alguém utilizando ele. Uma dica especial é usar plafons para o banheiro, eles trazem um ar de modernidade e também fazem uma melhor distribuição da luz no ambiente. A unidade usada para fazer o cálculo de iluminância adequada para um ambiente é o “lux”. Para a luz geral de um banheiro, a quantidade necessária é cerca de 300 luxes. Para entender como funciona esse cálculo, entre em contato conosco. Já para os pontos de destaque, como o espelho, é legal investir em arandelas. Elas, assim como o plafon, trazem um ar de modernidade e também uma beleza para o seu cômodo. Caso você não queira algo que fique tão evidente como uma arandela, para não ocupar espaço, você pode optar por uma fita de led por traz do espelho, que é mais discreta. Essa opção, além de funcional, traz um efeito decorativo. As lâmpadas leds são mais econômicas e trazem uma qualidade o ambiente, para entender um pouco mais sobre elas, confira nossa última publicação que te explicamos o porquê ela pode te trazer uma economia muito grande no final do mês. Cozinha Neste cômodo, diferente do banheiro, não iremos começar pensando na iluminação geral. Temos que pensar, inicialmente, em como podemos aproveitar ao máximo as luzes naturais. É muito importante termos janelas bem localizadas, que deixam o cômodo mais arejado e, consequentemente, mais iluminado. 300 a 500 luxes é a faixa de iluminância aconselhada neste cômodo. Tendo certeza que seu ambiente aproveita ao máximo iluminação natural, vamos pensar na melhor colocação de pontos artificiais. Neste cômodo, vamos optar por usar diferentes pontos. Eles devem estar distribuídos de forma a deixar sua cozinha estrategicamente iluminada. A escolha de spots bem distribuídos traz uma praticidade para a sua cozinha. Uma outra opção, para garantir que sua cozinha esteja bem iluminada, é optar por iluminações internas nos armários, garantindo que não fique difícil de encontrar o que você precisa. Caso sua cozinha seja uma cozinha que é dividida com a sala, a famosa “cozinha americana”, é aconselhado a colocar luzes cima da bancada. Isso trará um conforto maior para o ambiente. Além disso, a iluminação aconselhada nesse caso seria uma de cor mais quente, que deixa o ambiente mais aconchegante. Salas A sala de estar é o cômodo que o cliente mais participa da concepção do projeto, pois é realmente algo que depende muito do gosto pessoal dele. Aqui nós temos que pensar em diferentes variáveis, como os móveis, as cores das paredes (em todos os cômodos devemos pensar nesses pontos, mas quando você está na sala, você quer relaxar, e acaba reparando mais em detalhes). Nas salas temos algumas opções que agradam diferentes pessoas, como o uso de sanca, que é um recorte no gesso, que traz uma iluminação uniforme e também um ar de simplicidade, mas ao mesmo tempo de robusteza. É legal, na sala, usar tons mais quentes, pois estes são mais aconchegantes, cansam menos a visão e geram uma atmosfera mais envolvente na sala. Além disso, opte por uma iluminação indireta e também que possa ser controlada, para você poder escolher como você quer ela dependendo da ocasião. Uma dica especial é você automatizar a dimerização deste ambiente com automação residencial. Para saber mais sobre casas inteligentes: clique aqui. Halls e circulação Muitas pessoas ficam em dúvida quanto aos corredores, pois eles não são o foco da sua casa, mas são eles os responsáveis por dar as boas-vindas a um novo cômodo. Por conta dessa “responsabilidade dos halls”, sua iluminação deve ser muito bem cuidada. Uma sugestão são múltiplos spots embutidos, de forma a evitar áreas de sombra e garantir luminosidade por toda a sua extensão. Muitas vezes você deve pensar “mas será que se eu colocar todos esses pontos de iluminação, a minha conta de luz não vai vir muito cara?”. Toda a conta final da sua casa vem de acordo com o seu consumo. Quando você opta por lâmpadas leds, como citado anteriormente, o valor deste consumo não é tão alto. Para saber se sua conta de energia está condizente com a realidade, clique aqui . Quartos Este ambiente, assim como citado na sala, deve estar totalmente de acordo com a vontade do cliente, pois é o local onde ele vai passar mais tempo. Para começarmos a falar da iluminação, precisamos entender o conceito de temperatura de cores. A temperatura das luzes do cômodo interfere na sensação que ele passa. Pela imagem, é possível concluir que a melhor opção para um quarto é uma quente. Ela traz uma sensação de aconchego maior e também não interfere tanto no seu nível de sono. A iluminação fria te mantém mais atento e acordado, o que não é o ideal para um quarto. Se você tem, junto ao seu quarto, uma mesa de estudos ou trabalho, você deve ter uma iluminação própria para esta área. Para entender como turbinar seu home office, basta dar uma lida neste texto que fizemos e aumentar mais ainda a sua produtividade. No seu quarto você pode optar por luzes de forma direta ou indireta, sendo a segunda uma que traria destaque para lugares em específico. Ficou interessado em

Eduardo Ramalho 
lâmpadas
Economia de energia

Como funciona uma lâmpada de LED? Ainda vale a pena utilizá-la?

Como funciona uma lâmpada de LED? Ainda vale a pena utilizá-la? Já faz alguns anos que as lâmpadas de LED são apresentadas como uma possível solução para reduzir a conta de luz de comércios e residências. Conhecidas como a “iluminação do futuro”, elas podem trazer muitos benefícios a quem as utiliza. Você sabia, por exemplo, que o LED atrai menos insetos em comparação a outros tipos de iluminação? Sim, e isso tem a ver com o seu funcionamento. Caso você não saiba como uma lâmpada de LED funciona ou o porquê dela gastar menos que outros tipos de iluminação, continue lendo, que essas e outras dúvidas serão esclarecidas. Ao final do artigo você também saberá o quanto ela pode te trazer de economia ao final de um mês Você suspeita que sua conta está vindo muito alta? Aproveite e aprenda a calcular o valor correto. Vamos às explicações! O funcionamento de uma lâmpada de LED Primeiramente, é interessante saber que LED é a sigla para light-emitting diode ou, no bom português, diodo emissor de luz. O diodo, por sua vez, é um componente amplamente utilizado na eletrônica, ele é composto por dois materiais semicondutores) de tipos diferentes que, quando ligados, formam o que chamamos de junção P-N. Nessa junção é formada uma barreira que permite que a corrente elétrica circule somente por um sentido no componente. Quando o diodo é ligado corretamente, os elétrons conseguem ultrapassar a barreira da junção, passando do lado “N” para o lado “P” e assim fazendo circular corrente elétrica. Durante essa passagem de lado, os elétrons emitem energia em forma de luz (visível ou não). A faixa de frequência dessa luz vai variar de acordo com o material semicondutor utilizado. Muitos diodos emitem luz numa faixa de frequência que os humanos não enxergam, como infravermelho (IR), no entanto, alguns conseguem emitir luz visível, e são esses que chamamos de LED. Como a faixa de frequência de luz emitida por esse componente é estreita, quando o utilizamos na iluminação, ele dificilmente vai emitir luz ultravioleta (UV), que é justamente a que atrai os insetos. É por isso que, se comparada a lâmpadas incandescente e fluorescente, a de LED atrai menos desses bichos. Se quiser entender mais a fundo sobre como é feita a construção desse componente, você pode ler mais sobre o diodo) e o LED. Por que a lâmpada de LED gasta menos? Para responder essa pergunta, é necessário entender três conceitos, fluxo luminoso, potência da lâmpada e eficiência luminosa. Fluxo luminoso é a quantidade total de luz visível emitida por uma fonte. Essa luz deve ter um comprimento de onda entre 380 e 780 nm, ou seja, do violeta ao vermelho. Essa grandeza é medida em Lúmen (lm). Já a potência da lâmpada é a quantidade de energia elétrica que ela consome, seja para produzir luz ou calor, em um determinado tempo. Quanto maior sua potência, mais energia ela gasta e maior a sua conta no fim do mês. A potência é medida em Watts (W). Por último temos a eficiência luminosa, que é simplesmente a divisão do fluxo luminoso pela potência (Eficiência luminosa = lm/W). Ela nos diz o quão bem uma lâmpada ilumina para o tanto de energia que ela consome. A eficiência luminosa é medida em lúmen/ Watt (lm/W). Agora que sabemos esses conceitos, podemos responder a pergunta. As lâmpadas de LED gastam menos, pois aproveitam melhor a eletricidade que passa por elas. A maior parte da energia que ela consome é transformada em luz, apenas uma pequena porcentagem se perde como calor, 5%. No caso das lâmpadas fluorescentes, ou compactas, criadas como uma alternativa para as incandescentes, uma porcentagem maior da energia é desperdiçada, cerca de 30%. E em último lugar, temos as famosas lâmpadas incandescentes, ou comuns, elas são as que mais desperdiçam energia, aproximadamente 95% da eletricidade que ela consome é transformada em calor, ao invés de luz, e por isso foram proibidas de serem vendidas. Ou seja, para uma mesma potência, as lâmpadas incandescentes produzem bem menos luz do que as dos outros dois tipos. Então, para produzir o mesmo fluxo luminoso, a lâmpada de LED é a que gasta menos energia. Ordenando de acordo com a eficiência luminosa, as incandescentes se apresentam como a alternativa menos eficiente, seguido pelas fluorescentes e as de LED como a melhor escolha. A economia de energia traduzida em números Já sabemos que o LED é a forma de iluminação mais eficiente dentre as opções apresentadas anteriormente. Mas o quão menor é esse gasto em reais? O investimento realmente vale a pena? Em quanto tempo começarei a ter retorno? Consideremos três lâmpadas com fluxo luminoso semelhante, uma incandescente de 60W, uma fluorescente de 15W e uma de LED de 9W. Se utilizarmos cada lâmpada durante 8 horas por dia, num período de 1 mês, obtemos o seguinte: Tipo Incandescente Fluorescente LED Potência 60W 15W 9W Uso diário 8h 8h 8h kWh/mês 14,40 3,60 2,16 Custo R$ 12,24 R$ 3,06 R$ 1,84 Para o valor do custo mensal, foi considerado o preço do kWh cobrado pela CPFL Paulista, no valor de R$0,85/kWh para tarifa residencial. Como você pode ver, a diferença no custo mensal é bastante significativa, as lâmpadas de LED podem trazer até 40% de economia em relação às fluorescentes e até 85% se comparadas às incandescentes. Caso você queira substituir a iluminação fluorescente de sua casa por uma de LED, o investimento se paga em cerca de 5 meses. Já se as lâmpadas que você utiliza são incandescentes, ao fazer a substituição, o investimento se cobre logo no 1º mês. Além de tudo isso, lâmpadas de LED têm uma vida útil muito grande, podendo chegar a até 50.000h de uso. E seu preço está ficando cada vez mais acessível, podendo encontrar esse produto por menos de R$10,00. Se você chegou até aqui, então já sabe como funciona um LED e a economia que ele pode trazer à sua conta de luz. Acho que agora você tem motivos suficientes pra

Eduardo Ramalho 
homem sentado em frente ao computador
Engenharia Elétrica

3 dicas para aumentar a eficiência do seu home office

3 dicas para aumentar a eficiência do seu home office 2020 entrará para a história como um ano repleto de mudanças. Em razão da pandemia do Covid-19, todo o planeta foi forçado a se adaptar ao chamado “novo normal”. Dentro das várias transformações, o modo de trabalho foi, sem dúvida, um dos mais impactantes. Uma vez impedidos de se locomoverem até o local de trabalho usual. Para que evitassem aglomerações, os trabalhadores foram, de repente, obrigados a adotar o chamado “home office”.  Mas sendo essa mudança algo inesperado que tipo de problemas podem surgir? Um deles é o despreparo do ambiente doméstico para comportar agora também o seu local profissional. Você alguma vez já sentiu que estava sendo menos produtivo pois não conseguia mais conciliar os afazeres domésticos e profissionais? Parece que, agora em casa, você tem mais trabalho para fazer do que antes? Pois bem, nesse artigo discutiremos um pouco sobre como a tecnologia pode aumentar a eficiência do seu home office. Dessa forma, você nunca mais terá problemas como esses. Confira a seguir 3 dicas de tecnologias que vão te auxiliar nesses tempos de trabalho remoto. Lâmpadas inteligentes Grande parte das lâmpadas inteligentes dos tempos atuais possui não só a habilidade de serem ligadas ou desligadas através do seu smartphone como também possuem um controle de intensidade e cor. Dessa forma, fica possível alternar durante o seu dia entre as cores de luz a depender do seu objetivo. Essa mudança que parece não impactar tanto na sua produtividade pode sim fazer uma diferença muito grande na sua eficiência em“home office”. Estudos apontam que a luz branca proporciona uma situação de maior atenção, melhor visibilidade e alerta. Dessa forma ela é ideal para momentos de estudo, trabalho e foco. Já a luz amarela traz um aconchego muito maior para os olhos e cria uma situação de descanso. Portanto, ideal para seu pós-expediente. Além disso, existe uma variação muito maior de cores do que apenas essas duas. Consequentemente, a imaginação é o limite para a criação de ambientes com essas lâmpadas. Não só isso como o controle da intensidade luminosa se mostra muito eficiente para diversas situações assim como as cores. Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, “em ambientes com muita luz a pupila se fecha e em locais escuros a pupila se dilata com o intuito de captar uma quantidade de luz suficiente para formar a imagem “. Sendo essa dilatação da pupila algo não natural, seu corpo pode ter consequências devido ao excesso ou falta de luz. Veja também: O poder da iluminação no seu Ambiente de Estudo Controle por voz evitando distrações e economizando tempo Em uma entrevista dada ao Wall Street Journal, Rachel Emma Silverman nos informa que, a cada interrupção, demoramos cerca de 23 minutos para voltar a ter foco em uma atividade. Trabalhando em “home office”, as distrações são inúmeras. Por isso, talvez esse seja o maior motivo para que a produtividade nesse modelo de trabalho caia tanto. A noticia boa é que podemos amenizar muito esse problema através de tecnologia. Já que, o nosso objetivo é aumentar a eficiência em “home office”, precisamos eliminar o máximo de distrações possíveis. Por isso, ações como levantar para fechar a janela pois começou a chover; deslocar-se para fechar a cortina pois o sol está incidindo diretamente sob seus olhos; regar suas plantas; ligar o ventilador podem sim, estar te distraindo e tirando seu foco. A curto prazo isso parece ser irrelevante, mas a longo prazo podem estar impactando muito no seu tempo. Além disso, como sua casa se transformou em seu ambiente de trabalho, você passará um tempo muito maior nela. Dessa forma, os momentos em seu lar serão muito mais leves com toda essa automatização. Uma vez que ela trará um aconchego e um luxo muito maior a sua residência. Veja também: Uma casa inteligente em 3 passos   Tecnologias que trabalham para você Imagine só o tempo que você economizaria, se alguém fizesse por você algumas funções do dia a dia. E eu não estou falando sobre contratar pessoas para isso. Hoje em dia, o mercado já conta com máquinas que podem isso. Coisas como, a limpeza da sua casa e até mesmo um café pela manhã, podem sim, serem automatizadas. Desse modo, salvando seu tempo, esforço e, consequentemente, aumentando a eficiência do seu “home office”. De modo a trazer mais informações sobre os exemplos supracitados, o aspirador de pó autônomo costuma ter o preço em torno de R$ 2.000,00. Já a cafeteira programável varia muito : desde a faixa de R$400,00 até a faixa de R$3.000,00. Veja também: 5 tecnologias do futuro que estão ao seu alcance             7 tecnologias para casas que você precisa ter Dica final A lista de coisas que podem ser automatizadas dentro da sua residência é enorme. E talvez você não tenha o tempo nem o conhecimento para transformar a sua casa em uma “Smart Home” (Residência Inteligente). Porém, podemos te ajudar com isso, basta ter um sonho. Possuímos um vasto conhecimento nessa área e certamente ficaremos muito felizes em te ajudar. [Agende aqui sua ajuda gratuita]. Botão indo pra pag de contato Confira aqui: Como tornamos possível a construção uma casa inteligente Últimas publicações Nossas redes sociais

Eduardo Ramalho 
Smart Home

5 tecnologias do futuro que estão ao seu alcance

5 tecnologias do futuro que estão ao seu alcance Com o passar dos anos, “tecnologias do futuro” estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia e acessíveis ao consumidor. Os avanços da tecnologia trazem conforto e comodidade para o lar, além da oportunidade de controlar eletrodomésticos e outros aparelhos com o seu smartphone. Hoje falaremos sobre 5 aparelhos futurísticos que estão ao nosso alcance e que podem incrementar a sua qualidade de vida: Leia mais: Como modernizar sua casa. Fechadura eletrônica Talvez o item mais comum dentre os citados aqui hoje, a fechadura eletrônica já faz parte da vida de muitas pessoas. Substituindo as nossas chaves por senhas ou até mesmo impressões digitais, essa fechadura traz uma praticidade sem igual para as residências. Com ela, a preocupação de carregar ou perder o seu molho de chaves é inexistente.  Além da comodidade, vale ressaltar que a sua segurança é garantida e até maior que as fechaduras convencionais! É possível encontrar modelos que custam cerca de R$500,00 até R$2.000,00, ou seja, é um investimento consideravelmente acessível. Chromecast: qualquer TV pode ser Smart Televisões conectadas na internet já não é algo novo, porém a grande maioria das televisões presentes nas residências ainda não possuem esse recurso. E para solucionar esse problema o Chromecast foi lançado pela google. Essa tecnologia do futuro permite a conexão entre o celular ou notebook e a televisão, utilizando apenas a internet e uma entrada HDMI da sua TV. Ele permite fazer streamings de filmes, vídeos, jogos e muito mais. Ou seja, cumpre muito bem o papel de substituto para televisões smart. Em lojas online é possível encontrar esse aparelho por R$200,00.  Geladeiras conectadas à internet Imagine você poder controlar a temperatura ideal para sua bebida do seu trabalho, para quando chegar em casa estar perfeita para o consumo utilizando apenas o seu celular. Essas geladeiras de última geração nos permitem isso. O que era visto somente em exposições de tecnologia, hoje já está disponível para o consumidor. Controle de temperatura a distância, compartimentos independentes, vitrine de alimentos e até mesmo a visualização da previsão do tempo são algumas das características dessas novas geladeiras. Além da comodidade, os fabricantes garantem que a conservação dos alimentos foi otimizada ao máximo por um sistema inteligente. O preço ainda varia bastante, porém podem ser encontradas na faixa de R$2500,00. Forno inteligente: June Acompanhar o cozimento de algum alimento pela tela do celular é uma grande novidade. June traz a proposta de ser um forno inteligente: conexão com internet, aprender sobre o gosto das pessoas que estão o utilizando, avisar o ponto de cozimento com perfeição, entre outras funções. Na porta de vidro se encontra a interface do usuário, um painel que é muito próximo a um tablet onde é possível controlar as principais funções do forno e até mesmo ver a previsão do tempo. É um equipamento que nos deixa muito próximos do futuro e seus idealizadores apresentam uma grande preocupação com a experiência do usuário. Infelizmente, June ainda não é tão acessível a maioria das pessoas. Uma unidade pode chegar a custar mais de R$10.000,00! Porém, vale o reconhecimento da preocupação com a inovação no cotidiano das pessoas, deixando tarefas domésticas mais fáceis e prazerosas. Cafeteira programável O café faz parte da vida do brasileiro e isso não é novidade alguma. Porém, a maneira que o consumimos tende a sofrer algumas alterações. Hoje no mercado já é possível encontrarmos modelos de cafeteiras automáticas e que se conectam com o seu celular por exemplo. E essas inovações vieram para ficar: programar horários, controlar o aparelho a distância, definir parâmetros para o seu café e muito mais. E o mais legal disso tudo, é que cada vez mais surgem aparelhos com essas características, democratizando o acesso a essas tecnologias futurísticas. O preço desses aparelhos varia muito: desde a faixa de R$400,00 até a faixa de R$3.000,00. Últimas publicações Nossas redes sociais

Eduardo Ramalho 
mão segurando conta de luz
Engenharia Elétrica

Aprenda como calcular o valor correto da sua conta de luz

Suspeitando da sua conta de luz? Aprendo como calcular o valor correto e pare de perder dinheiro! Você está fazendo de tudo para reduzir a conta de energia elétrica, mas o valor nunca diminui? Confira a seguir a como calcular o valor da sua conta de luz e possíveis tarifas que podem estar causando este alto valor. Qual tipo de cliente você é? A primeira análise a ser feita, é detectar qual tipo de cliente você é para sua concessionária de energia elétrica. Esta classificação é feita em 2 grupos: grupo A e grupo B. Os clientes do grupo A recebem energia em alta tensão (superior a 2300Volts), ou através de sistemas subterrâneos de distribuição. Enquanto isso, os clientes do grupo B recebem a energia em baixa tensão, tensão inferior a 2300 Volts. Entretanto, ambos os grupos possuem subgrupos, para saber mais sobre esta subdivisão. Como calcular o valor da conta do grupo B? Existem duas formas do cálculo de conta de luz para o grupo B, dependendo das modalidades tarifárias. Sendo estes: Convencional Monômia: Onde possui uma tarifa única de consumo, independente da hora do dia. O consumo mensal de energia na sua casa, medido em kWh, é multiplicado pela soma da tarifa de energia com os impostos, e do seu resultado é obtido o valor da sua conta de luz do mês. Quanto ao consumo, todo mês é feita a leitura deste valor no medidor de energia do seu imóvel, o consumo mensal é calculado pela diferença entre a leitura do mês atual e a do mês anterior. Este é o modelo mais comum de cobrança de energia no grupo B. Veja mais em: http://g1.globo.com/pernambuco/especial-publicitario/celpe/desligue-o-desperdicio/noticia/2016/05/saiba-como-e-calculada-energia-que-voce-consome.html. Horária Branca: Esta cobrança possui 3 valores diferentes que variam de acordo com o período do dia sendo estes: Ponta (tarifa mais elevada), Intermediário (tarifa de valor intermediário) Fora Ponta (tarifa de menor valor). Este modelo de cobrança é vantajoso para pessoas que geraram um baixo consumo de energia nos períodos de fim de tarde e noite durante dias úteis. Veja mais em: https://www.aneel.gov.br/tarifa-branca. Como calcular o valor da conta do grupo A? Primeiramente, é preciso diferenciar o que é demanda, do que é consumo de energia elétrica. A demanda consiste na capacidade máxima que é exigida do Sistema Elétrico em um determinado momento, enquanto o consumo de energia elétrica, é a soma do quanto foi exigido a cada instante durante todo o mês. Assim como no grupo B, também existe mais de uma modalidade tarifária, são estas:  Estrutura Tarifária Verde: Nesta modalidade a demanda contratada possui uma tarifa única independente do período do dia, enquanto o consumo de energia elétrica possui tarifas diferentes para os horários de Ponta (horário em que é um maior consumo de energia elétrica, geralmente fim de tarde e noite de dias úteis) e Fora Ponta (demais horários de dias úteis e fins de semana). Este modelo é indicado para consumidores que possam não utilizar muita energia durante o horário de Ponta, porém só está disponível para consumidores com tensão inferior a 69 kVolts. Estrutura Tarifária Azul: Neste modelo a demanda contratada e o consumo de energia elétrica possuirão tarifas estabelecidas nos horários de Ponta e de Fora de Ponta. Este modelo é obrigatório para unidades consumidoras com tensão superior a 69 kVolts. Optante Grupo B: Aos consumidores do grupo A, cuja potência do transformador particular seja igual ou inferior a 112,5 kVA, é permitido utilizar a modalidade de cobrança Convencional Monômia do grupo B. Veja mais em: https://cemirim.com.br/consumidores-do-grupo-a-tensao-de-fornecimento-23-kv/ Dicas importantes! É valido ressaltar que em caso de uma demanda contratada maior que a demanda consumida o valor a ser pago será o da contratada, enquanto que quando a consumida for maior que a contratada a tarifa sobre a demanda de ultrapassagem é de duas vezes a tarifa da demanda contratada. Além disso é sempre importante ficar atento ao fator de potência da sua instalação elétrica. Caso não esteja de acordo com as regulamentações da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o consumidor estará sujeito a multas na sua conta de luz. Gostou das dicas e quer uma análise mais detalhada da sua conta? Se interessou por um modelo de cobrança diferente do seu ou encontrou algum dos problemas citados e deseja o solucionar!? Executamos projetos de análise tarifária e eficiência energética que podem solucionar seus problemas e reduzir o valor da sua conta! Se ficou com alguma dúvida ou quer saber mais sobre essas dicas, entre em contato com a nossa equipe! Últimas publicações Nossas redes sociais

Eduardo Ramalho 
planta elétrica com instrumentos de medição
Projeto elétrico

Projeto elétrico: conheça todas as etapas e vantagens

Projeto elétrico: conheça todas as etapas e vantagens Toda execução de uma obra tem como base um projeto elétrico. É neste projeto em que todas as etapas do planejamento são definidas. Além disso, ao reformar um imóvel é de extrema importância o cuidado com as instalações elétricas, isso porque pode ocorrer uma otimização das instalações, o que pode evitar futuros problemas de manutenção, economia de materiais e melhor iluminação. Saiba mais: projetos elétricos em comércios e restuarantes. Principais vantagens Podemos entender algumas das principais vantagens de um projeto elétricos a seguir: Economia Como já foi dito antes, um bom projeto de instalações elétricas irá beneficiar o seu bolso, isso porque, todos os equipamentos e materiais são dimensionados de forma correta, evitando desperdícios. Regularização Para você estar em dia com o seu alvará de funcionamento é necessário ter um projeto elétrico dentro das normas da NBR. Só assim você consegue emitir documentos que legalizem o seu estabelecimento. Segurança Isso é realmente importante para qualquer pessoa. Nada melhor do que saber que o seu imóvel está realmente seguro. E um bom projeto de instalações elétricas vai te proporcionar essa segurança. Redução de gastos Casos a sua instalação esteja projetada de forma incorreta ou mal instalada, isso pode te trazer um valor na sua conta de luz incompatível com o seu gasto. Agora que já sabemos que um projeto de instalações elétricas é extremamente importante para a sua residência, o seu comércio ou indústria, vamos entender um pouco mais de cada etapa que compõe o projeto. Etapas do Projeto Elétrico Informações preliminares Ao receber um projeto de instalações elétricas é necessário entender as necessidades do cliente para que o projeto seja executado de melhor maneira possível. Então, nessa etapa estudamos as informações do cliente, especificações e detalhes importantes. Previsão de Cargas: iluminação e tomadas Após obter os dados nas informações preliminares, o projetista estará em condições de realizar a previsão de cargas do projeto. Utilizando a norma técnica NBR-5410, é possível determinar a quantidade de tomadas de uso geral (TUGs), tomadas de uso específico (TUEs) e a previsão de carga de iluminação. Além disso, é possível determinar a potência nominal dos mesmos. Divisão das Instalações Essa etapa é essencial para o projeto, realizar a divisão de circuitos facilitará a operação e manutenção da instalação, além de reduzir quedas de tensão e corrente nominal; o que possibilitará realizar as etapas seguintes da melhor forma, como por exemplo, dimensionar condutores e dispositivos de proteção. Assim como todo o projeto, nesta etapa utiliza-se a NBR 5410/04, que diz: Prever circuitos de iluminação separados dos circuitos de TUGs, procurando limitar a corrente total do circuito a 10A. Prever circuitos independentes, exclusivos para cada equipamento que possua corrente nominal superior a 10A. Limitar a potência total para 1.270VA em instalações 127V e 2.200 VA em 220V. Nesta fase também é feita divisão das fases, podendo ser uma instalação monofásica ou ter duas ou três fases. No segundo caso, é necessário equilibrar a potência de cada fase, de forma que elas fiquem mais equilibradas possível. Dispositivos de Comando Nesta etapa é possível posicionar os dispositivos de comando, bem como o tipo a ser utilizado. Isto é, o onde serão localizados os interruptores na planta baixa. Condutores Após alocar os pontos de iluminação e os dispositivos de comando na planta baixa, é possível interligar através dos eletrodutos, isto é, traçar o sistema de eletrodutos na planta baixa. É recomendável que nesta etapa a localização do Quadro de Distribuição seja definida para otimizar a organização e evitar possíveis cruzamentos de tubulação. Nesta etapa também se definem o material utilizado como condutor, forma geométrica do condutor, isolamento, blindagem e seção nominal. Dispositivos de Proteção Estes dispositivos oferecerão a segurança para o projeto elétrico, protegendo a instalação contra possíveis acidentes em fator de falhas nos circuitos. Quando é detectada a falha, os dispositivos desligam o circuito. Em geral, existem três tipos de dispositivos protetores: o disjuntor, DR (diferencial residual) e DPS (dispositivo de proteção contra surtos). Diagrama Unifilar O Diagrama Unifilar representará o sistema elétrico simplificado, identificando o número de condutores e seus trajetos por um único traço. Com ele em mão é possível entender de forma clara e interpretar o projeto elétrico. Em geral são desenhos esquemáticos dos quadros de distribuição. É possível termos diagrama unifilar do quadro de distribuição de apartamentos individuais, dos quadros do condomínio e diagrama unifilar geral da instalação elétrica de um edifício. Padrão de entrada e aterramento Após definir o tipo de fornecimento do cliente, isto é, monofásico, bifásico o trifásico, pode-se determinar o padrão de entrada. Para isso, tem-se como critério as limitações estabelecidas pelas normas técnicas da concessionária local em função da potência (carga) instalada ou potência de demanda e tipos de carga ou de fornecimento. A escolha do padrão de entrada é em função da carga instalada, da demanda, do tipo de rede e local onde estiver situada a unidade consumidora. Toda instalação deve possuir um ponto destinado ao condutor neutro do ramal de entrada e da caixa de medição. Devem conter condutores de aterramento, condutores de proteção, condutores da ligação equipotencial principal e, se necessário, condutor de aterramento funcional. Esta etapa é mais uma vez baseada nas normas técnicas da concessionária local; tomando como exemplo a região de São Carlos, utilizamos as normas da CPFL Energia, a GED-13.  Pela GED-13 temos algumas condições gerais. Nas instalações onde o condutor de Proteção PE chega somente até o quadro de distribuição interna do cliente, o barramento de proteção deve ser interligado com o barramento/conector de neutro (Sistema PEN conforme NBR 5410). O condutor de proteção PE, destinado a proteção da instalação interna do cliente, pode ser interligado à haste de aterramento da entrada consumidora, no ponto de conexão neutro / terra, no interior da caixa de proteção (Sistema PE conforme NBR 5410). Lista de Materiais Nesta etapa é realizado levantamento de todos os materiais a serem utilizados, isto é, medir, contar e relacionar todo o material que será aplicado na execução do projeto. Memorial

Eduardo Ramalho 
homem digitando no computador
Engenharia Elétrica

Como transformar sua casa em um ambiente de trabalho saudável?

Como transformar sua casa em um ambiente de trabalho saudável? Uma adaptação no seu ambiente de trabalho pode ser a chave para um ambiente de trabalho saudável. Confira a seguir. O ano de 2020 fica marcado com um ano de intensas mudanças. Em pouco tempo comércios, restaurantes e empresas tiveram que adaptar sua forma de trabalho para conseguir responder às necessidades. Entregas via serviços postais e delivery tornaram-se muito mais comuns, e para as empresas, tornou-se uma realidade o home office. Trabalhar de casa é uma tarefa muito difícil para alguns, por conta de distrações ou porque nem sempre há espaços de casa totalmente preparados para que se fique várias horas sentado e, muitas vezes, na frente de um computador. A ausência de espaços preparados em nossas residências pode prejudicar a qualidade das atividades realizadas e pode trazer graves problemas para a saúde. Mas é possível transformar um cômodo ou até mesmo uma pequena área de casa em um ambiente de trabalho saudável com algumas dicas. 1. ESCOLHA UM ESPAÇO COM POUCAS DISTRAÇÕES Para uma maior concentração, é fundamental que se esteja o mais distante possível de distrações, como televisões, espaços comuns de casa (sala, cozinha…) e até mesmo próximos à cama. Um ambiente um pouco mais isolado, permite um foco maior e uma consequente eficiência nas atividades, além de permitir com que este espaço seja preparado para o home office. 2. PREPARE O AMBIENTE Um ambiente confortável, traz uma sensação maior de satisfação e um menor nível de cansaço nas atividades. Uma cadeira confortável e uma mesa com boa altura são fundamentais para que não haja dores no corpo e nenhum tipo de lesão ou até mesmo um cansaço físico desnecessário decorrente de uma má postura. Além de que o trabalho se torna mais eficiente quando se está confortavelmente alocado. A arquiteta Yaara Gooner deu dicas à revista Forbes para transformar seu ambiente de casa para ter mais eficiência. Confira aqui. 3. A ILUMINAÇÃO AJUDA Além de um ambiente fisicamente confortável, é necessário que se esteja em um espaço bem iluminado. A luz natural é uma ótima forma de iluminar ambientes, juntamente com luzes bem distribuídas e de boa qualidade, diminuem o esforço das vistas e condicionam um maior conforto visual durante o home office. É fundamental, portanto, que ao planejar, reformar, ou até mesmo criar uma área para trabalhar em casa, que se pense em formas de distribuir a iluminação dos espaços. Um projeto elétrico pode facilitar (e muito), na hora de planejar e executar nestes ambientes de trabalho, tornando-os mais agradáveis e saudáveis para o usuário. Veja mais em: https://blog.persianet.com.br/ambientes-iluminados/#:~:text=Aposte%20em%20cores%20mais%20claras,as%20cores%20escuras%20nas%20paredes.&text=Isso%20porque%20as%20cores%20claras,para%20a%20ilumina%C3%A7%C3%A3o%20do%20ambiente. 4. ESTABELEÇA UMA JORNADA DE TRABALHO E PLANEJE AS TAREFAS Ao ficar em home office, é comum que se trabalhe mais tempo do que sua jornada normal, o que não é muito saudável. Portanto, ter metas bem definidas no dia, torna-se essencial para que se consiga ter uma jornada de trabalho sadia e sem muito exagero. Confira mais algumas dicas aqui. Como a tecnologia pode ajudar a criar um ambiente de trabalho saudável em casa? A tecnologia está presente em todo momento do nosso dia. As mais diversas atividades são facilitadas por meio de pequenos aparelhos ou até mesmo, encurtadas em seu tempo de execução. Mas será que a tecnologia pode contribuir para se ter um ambiente de trabalho remoto saudável? A resposta a essa pergunta, é sim! Existem tecnologias que nos ajudam na rotina de trabalho. São elas: 1. ILUMINAÇÃO INTELIGENTE Nos Smartphones, o controle de brilho de tela é uma tecnologia muito comum, mas já pensou se no seu espaço de trabalho ou até mesmo em outros cômodos da sua casa, a iluminação se adaptasse de acordo com as necessidades do ambiente (iluminação externa, horário, etc). Esse projeto meio “futurístico”, já é uma realidade. Com alguns sensores, sua casa pode se tornar inteligente a esse ponto e contribuir para que sua vista não se canse e também ajudar na redução da conta de energia. Dê uma olhada aqui nos passos para se ter uma casa moderna e com tecnologias. 2. REDE WIRELESS (WI-FI) BEM DISTRIBUÍDA Na hora do home office, outra coisa que pode interferir no seu trabalho é a qualidade de sua rede wi-fi. Uma vídeo chamada com uma rede de baixa intensidade prejudica – e muito – seu desempenho nas atividades e causa um estresse e uma tensão desnecessários. Para evitar esse tipo de situação, ter uma rede com bom sinal pela casa é fundamental, e um projeto em que o criador pensa neste detalhe, usa aparelhos de boa qualidade e dimensiona bem a intensidade da rede wireless,  ajuda muito nas necessidades do usuário, proporcionando uma boa experiência e tranquilidade na hora de trabalhar. Nesse post você conheceu algumas ações e tecnologias que podem auxiliar na hora de criar um ambiente de trabalho saudável. Se quiser saber mais e ter mais dicas de como conseguir montar um espaço para trabalho remoto de boa qualidade, entre em contato com nossa equipe clicando aqui! Se você gostou do conteúdo e quiser ficar por dentro de mais artigos como esse, confira nosso blog e siga-nos nas redes sociais! Últimas publicações Nossas redes sociais

Eduardo Ramalho 
casa moderna
Smart Home

Casa moderna em 3 passos

3 passos para você ter uma casa moderna Para começar a nossa conversa, vamos entender o que é uma casa moderna. O primeiro ponto que devemos entender é que, uma casa moderna, não é uma casa que exige altos investimentos.  Claro que, quanto maior o orçamento que você estiver disposto a gastar, mais modernidades você pode trazer. Porém, com um investimento relativamente baixo, você pode modernizar a sua casa. Isto dito, vamos para o primeiro passo que você deve tomar para poder ter uma casa moderna: 1. Definir quais processos mais modernos você quer na sua casa Na internet, você consegue achar dispositivos que podem auxiliar desde o acendimento de lâmpadas até o ligamento do seu ar-condicionado em horários pré-definidos (veja quais são as 7 tecnologias que você PRECISA ter na sua casa). Portanto, para saber os próximos passos, você deve realizar uma breve pesquisa para saber quais dispositivos serão necessários. Nesta etapa você deve anotar tudo, qualquer coisinha que você queira automatizar, sem excluir nada da lista. A fase de filtragem dos processos que você vai utilizar para deixar a sua casa mais moderna é feita mais tarde. Ao definir quais processos você quer automatizar, você irá: 2. Escolher assistente você utilizará na sua casa Nesta fase, você deverá ver qual das opções melhor se adequa à sua realidade. Alguns fatores devem ser levados em consideração nessa escolha, são eles: Orçamento que você está disposto (a) a utilizar: Temos assistentes que variam de preços entre R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais), que é o caso da Echo Dot terceira geração, a Alexa, assistente virtual da Amazon, até alguns mais caros, como o Echo Studio, que custa R$ 1.700,00 (hum mil e setecentos reais), também da empresa Amazon. Vamos supor que você quer deixar uma assistente na sala e outra no seu quarto, nesse caso, ambas devem ser da mesma empresa, para que todas se intercomuniquem; Escolher a marca desejada: Diferentes empresas trabalham nesse ramo, cada uma com a sua particularidade. Entre as empresas que fazem assistentes, temos como destaque a Amazon, o Chrome e a Apple. As 3 empresas vêm investindo em pesquisa na área para assumirem a liderança no mercado, sendo a primeira a favorita da juventude; Por último, mas não menos importante, a compatibilidade dessas assistentes com os processos que você deseja automatizar. Para ter uma casa moderna, você terá então uma assistente, mas nem todos os produtos são sempre compatíveis com ela. Portanto, sempre pesquise antes de realizar uma compra, veja se aquele produto em questão é compatível com sua assistente. Depois de definir qual a central que você utilizará, você deve: 3. Realizar uma lista com todos os dispositivos necessários Esta etapa pode exigir que você passe bastante tempo pesquisando acerca das funcionalidades previamente escolhidas. Ao escolher o processo que deve ser automatizado, você terá vários dispositivos que podem te auxiliar neste processo. Cabe a você ver quais desses dispositivos melhor se adapta às suas necessidades. Lembre-se: você PRECISA ver se os dispositivos são compatíveis com a sua assistente virtual escolhida. Quando você já fez a lista e verificou a compatibilidade da sua assistente, para ter uma casa moderna você só precisa realizar o orçamento desses dispositivos. O orçamento pode ser feito em diferentes lojas. As lojas podem ser tanto físicas, quanto virtuais (Amazon, Mercado Livre, entre outras), mas aconselhamos a comprar na loja do produto em questão. Além disso, leia sempre os comentários de outros usuários para saber a eficiência do produto. Depois de realizar o orçamento, basta você realizar a aquisição desses produtos, instalá-los, e ter uma CASA MODERNA, totalmente dentro do seu orçamento e do seu desejo. Vamos resumir todos esses passos? O que fazer primeiro? Escolher quais os processos você deseja automatizar; E depois? Escolher qual vai ser a sua assistente virtual; E agora? Agora você deve fazer o levantamento de todos os dispositivos que vão suprir as suas necessidades. “Mas como escolher esses dispositivos?” Depois de escolher os processos que você deseja automatizar na sua casa, como, por exemplo, ligar e desligar a luz do seu quarto automaticamente, você vai pesquisar sobre como fazer isso. Para a finalidade em questão, existe uma Lâmpada Smart da Positivo, a qual você pode encontrar em lojas como a Amazon, no Mercado Livre, ou até em lojas físicas na sua cidade (a www.americanas.com está em várias cidades e tem alguns serviços de entrega na loja, apenas para retirada). Você realiza a compra dessa lâmpada no local de sua preferência, ao chegar, você vai realizar o pareamento dela com a sua assistente virtual, de acordo com o manual de ambas. Este processo costuma ser fácil, basta você seguir as instruções do manual e, se achar mais necessário, tem alguns vídeos de um pessoal que conseguiu fazer isso pela internet que podem te auxiliar. Achou muito complicado ou então não tem tempo para realizar todo esse processo? Entre em contato com a nossa equipe e contrate nosso serviço de Consultoria em Automação Residencial, nós podemos te ajudar a realizar esse sonho, assim como ajudamos uma cliente a construir um sonho. Últimas publicações Nossas redes sociais

Eduardo Ramalho 
várias tomadas ligadas em um único benjamin
Economia de energia Gambiarras elétricas

Os perigos das gambiarras

Os perigos das gambiarras para sua segurança O brasileiro é conhecido pelas famosas gambiarras. Utilizadas no cotidiano para resolver, de forma rápida e simples, problemas relacionados principalmente à eletricidade. Porém, além de comprometer a eficiência dos equipamentos, esse hábito oferece diversos riscos a curto ou longo prazo. Confira os principais perigos das gambiarras a seguir! Dentre os principais perigos estão curtos circuitos, pequenos incêndios e choques elétricos. Segundo a Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade), no ano de 2019 quase 700 pessoas vieram a óbito devido a choques elétricos no Brasil, boa parte desse número decorrente de acidentes domésticos. Confira a seguir as gambiarras mais perigosas e porque evita-las. Fios soltos e dessarumados Uma das gambiarras mais comuns é deixar fios e extensões espalhadas pela casa. Isso pode causar diversos acidentes como tropeços, quedas, choques e até incêndios (caso a parte de cobre esteja exposta). O indicado é sempre colocar os fios dentro de caixinhas ou conduítes, assim o ambiente fica mais seguro e a estética mais harmônica. Uso de benjamins sem moderação Um facilitador da vida cotidiana é o famoso benjamin, também conhecido como “T”. Contudo, o utensílio pode se tornar um péssimo aliado se usado de forma incorreta. Um erro comum é acreditar que o T multiplica a capacidade elétrica da tomada. Quando se usa o benjamin, a probabilidade de se instalar equipamentos que ultrapassem a potência máxima da tomada aumenta, e junto com ela o risco de choques, curto circuitos e pequenos incêndios. Portanto, atentar-se para não conectar um benjamin a outro e apenas ligar aparelhos com cargas baixas como TVs, rádios e ventiladores convencionais, para não sobrecarregar a tomada são medidas necessárias para uma maior segurança. Uso indiscriminado de réguas e filtros de linha Da mesma forma que os benjamins, é importante utilizar moderadamente os filtros de linha e réguas. Pelos mesmos motivos de sobrecarga da tomada, é indicado ligar apenas aparelhos de baixa potência como carregadores de celular, notebook e roteadores. Se a régua tem 4 saídas, cada uma deve ligar um aparelho que exija no máximo ¼ da capacidade total da tomada. Respeitando o limite de carga da tomada evita-se incidentes como queima de aparelhos. Aparelhos de alta potência em tomadas comuns Algo que não deve ser feito em nenhuma hipótese, é a instalação de um equipamento de alta potência como ar condicionado e torneira elétrica em uma tomada comum. Tais equipamentos devem ter circuitos exclusivos que suportem a potência deles. Quando não ocorre a adequação do sistema elétrico para receber esses aparelhos, há possibilidade de interrupção no fornecimento de energia do circuito no qual eles estão ligados, risco de sobrecarga e incêndios. Fita isolante para emendar fios Outra gambiarra que compromete a segurança é emendar fios com fita isolante. Isso porque uma emenda pode superaquecer e romper os condutores, causando incêndios. Também pode levar ao consumo elevado de energia, por conta de fugas de corrente, aumentando gastos. Prender disjuntores para não desarmar Os disjuntores são dispositivos de segurança que garantem a preservação dos aparelhos ligados a eles. Sempre que a carga é ultrapassada, ele desarma como uma forma de aviso, evitando que os aparelhos queimem. Prende-los para que não desarmem abre uma grande probabilidade de ocorrer incêndios. Não instalar o dispositivo diferencial-residual (DR) Apesar de ser obrigatório desde 1997, nem todas as residências brasileiras o possuem. O DR é um interruptor que identifica e desliga automaticamente correntes elétricas não detectáveis pelo disjuntor, que podem causar choques e curto circuitos. Não realizar o aterramento residencial O sistema de aterramento também é obrigatório em residências brasileiras e protege contra choques elétricos. É essencial que o fio de aterramento seja instalado em todas as tomadas e pontos de energia da casa. Tirar o terceiro pino da tomada Atualmente, a maioria dos dispositivos vendidos vem com uma tomada de 3 pinos, novo padrão brasileiro. Entretanto, muitas casas ainda possuem tomadas de apenas dois pinos. Algumas pessoas optam por retirar o terceiro pino. Na prática, esse ato é mais prejudicial que benéfico. Em locais onde a rede elétrica não é estabilizada, são comuns fugas de tensão e essa energia fica armazenada na estrutura metálica do dispositivo. Sendo assim, se alguém encosta na carcaça leva um pequeno choque. Fora isso, em dias chuvosos e de tempestades, o aparelho pode ficar submetido a altas tensões e vir a queimar. A função do terceiro pino é levar a energia excedente para o solo, desmagnetizando o aparelho e assim não ocasionando incidentes ou problemas maiores. ENTRE EM AÇÃO! Agora que conhece os perigos das gambiarras, que tal dar uma olhada em quais tem em sua casa e elimina-las? Temos certeza que assim o ambiente ficará muito mais seguro. Estamos à disposição para tirar eventuais dúvidas e ajudar no que for possível! Acompanhe nossas redes Posts anteriores

Eduardo Ramalho 
várias tomadas conectadas no benjamin
Economia de energia Gambiarras elétricas

Gambiarras elétricas em casa

5 gambiarras elétricas e como resolver É muito comum que as pessoas optem por gambiarras elétricas em seus imóveis. Ao invés de contatarem um especialista ou engenheiro, optam por fazerem a manutenção. Mas essas mudanças podem gerar acidentes graves e até desperdício de energia. No final, o barato sai caro. Confira as mais comuns, que você pode ter em casa e nem saber de seu perigo, e algumas dicas para encontrar uma solução para elas. 1. “Gato” na caixa elétrica Dentre as gambiarras, fazer “gato” é uma das mais comuns. Além de ser crime e poder gerar uma pena, coloca em risco quem faz esse tipo de ligação. Geralmente a pessoa não usa nenhum equipamento de segurança, logo sua vida está em perigo. Caso você note algum problema em sua caixa elétrica ou painel de energia, o mais recomendado é contratar um especialista para ele ver e resolver seu problema. 2. Fios elétricos emendados É comum ver fios elétricos “consertados” com esparadrapo ou fita isolante. Porém se eles entram em contato com alguma peça metálica, por estarem mal remendados, ocorre uma fuga de corrente elétrica. A corrente escolhe sempre o caminho mais curto. Consequentemente, a conta vem mais cara. O ideal é a substituição de fios rompidos por novos. Para isso, é imprescindível um profissional que entenda do assunto. Ele vai indicar os fios mais adequados a fiação e evitar que isso aconteça novamente. Saiba mais: como testar se está ocorrendo fuga de energia na minha residência. 3. Uso inadequado dos “T” O famoso benjamin ou “T” é recomendado para aparelhos que exigem pouca corrente. Em aparelhos como secador ou microondas, que a corrente é alta, é preferível o uso de extensores. É importante se atentar a corrente nominal e tensão que um adaptador aguenta. Por isso, preste sempre atenção ao comprar um. Caso ainda tenha dúvidas, o mais aconselhável é consultar um eletricista ou especialista. Ele vai te ajudar a calcular tudo que é necessário e te indicar a melhor forma de ter diferentes pontos de energia. 4. Emendas mal feitas Caso precise fazer alguma emenda entre dois fios, certifique-se que são do mesmo material. Utilize conectores de derivações ao invés de fitas isolantes, durex ou fita crepe. Se utilizar algum desses matérias inadequados, o risco de um acidente é grande. 5. Não usar todos os dispositivos de segurança O nome “dispositivo de segurança” não é à toa. Ele irá proteger você e sua família contra acidentes elétricos no dia a dia. Se você não tem certeza se possui todos ou se todos estão dentro das normas, fale com alguém que entenda do assunto. Ele é a pessoa mais indicada para resolver esse tipo de problema e garantir a segurança da sua casa. Confira nossos últimos posts Nossas redes sociais

Eduardo Ramalho