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Categoria: Economia de energia

projeto fotovoltaico
Energia Fotovoltaica

Projeto Fotovoltaico – Agende já uma reunião diagnóstica

PROJETO FOTOVOLTAICO Você já ouviu falar em Energia Solar Fotovoltaica ? A forma de energia renovável com maior potencial de crescimento no Brasil. Fácil, limpa e Tecnológica.  Nos últimos 3 anos o nosso país sofreu forte incentivo para a produção em massa de Energia Fotovoltaica, e atualmente estamos passando por um “boom” econômico neste ramo, com o surgimento de diversas pequenas empresas. Já são mais de 200 mil empreendimentos de energia solar fotovoltaica em operação no país. A EmpelTec Jr. chega neste mercado com soluções inovadoras e preços extremamente competitivos, entregando ao cliente um projeto tecnológico, inovador e personalizado. Além disso, nós prezamos pela sua experiência durante toda a execução do projeto, tomando todos os devidos cuidados do início ao fim.  PARCERIAS E FACILITADORES  O serviço que já estava no nosso portfólio desde 2018, recebeu no ano de 2021 um grande incentivo através de novas parcerias. A ELF Elétrica especializada em instalações de painéis fotovoltaicos auxiliará a EmpelTec Jr. neste mesmo processo, trazendo mais qualidade na parte de Instalações. Outrossim, a EmpelTec Jr. conta com o auxílio do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) para a execução dos projetos, tendo ao alcance laboratórios, professores e doutores na área. Outro ponto que torna nossos serviços atrativos é o baixo valor de mão de obra, uma vez que, por sermos uma Empresa Júnior, prezamos a experiência e aprendizado dos nossos colaboradores. COMO OCORRE A EXECUÇÃO  PRIMEIRO CONTATO  Assim que um possível cliente entra em contato com a gente, a nossa equipe de Desenvolvimento e Qualidade, após uma reunião diagnóstica, inicia a precificação do projeto (Varia com o tamanho do estabelecimento ou residência) e sua viabilidade. A equipe trabalha com efetividade para entregar o mais rápido possível estes dados ao cliente, através de um documento, contendo todos os valores do projeto e seus respectivos detalhes. Vale ressaltar que o cliente é livre para solicitar qualquer reunião de esclarecimento e para tirar possíveis dúvidas. PARTE CONTRATUAL  Ao fim do primeiro contato, o cliente optando por fechar o projeto com a EmpelTec Jr. a nossa equipe administrativa, a qual é responsável pela parte jurídica e financeira da empresa, inicia a montagem do contrato. Em alguns dias, o contrato é enviado para o cliente para revisão e assinatura, dando início ao projeto em si.  A EXECUÇÃO Logo após a assinatura do contrato, é apresentado ao cliente a equipe que irá trabalhar no seu projeto bem como o membro da ELF Elétrica responsável pela instalação do seu projeto. Mesmo a EmpelTec Jr. sendo responsável pela articulação entre cliente e a ELF Elétrica, acreditamos ser importante o conhecimento, por parte do cliente, de toda a equipe, principalmente por motivos de transparência de todo o projeto. Seguindo os passos do documento apresentado no primeiro contato, a equipe começa a executar o serviço para entregá-lo no prazo estipulado com o cliente.  PÓS-PROJETO A EmpelTec Jr. possui uma cultura de FeedBack interna e externa, com intuito de melhorar possíveis pontos negativos e maximizar a satisfação dos nossos clientes. Por isso, ao final da execução do projeto, solicitamos um FeedBack expositivo do cliente para sabermos como foi o andamento do seu serviço e se as suas dores foram resolvidas com sucesso. Vale a pena ressaltar que, durante todo o prazo em que nossa equipe estiver em contato com o cliente, com frequência buscamos atualizações de satisfação, se caso haja algum problema durante o projeto podermos sanar com agilidade e efetividade.  Está pensando em implantar um projeto fotovoltaico em sua residência ou no seu negócio? Entre em contato conosco para agendar uma reunião ou acesse nosso blog para mais informações sobre projetos fotovoltaicos.

 
Economia de energia Projeto elétrico Smart Home

Projeto Elétrico, Automação Residencial e Eficiência Energética

A importância do projeto elétrico residencial Para muitos, os projetos elétricos residenciais são uma parte descartável do planejamento de reforma ou construção de uma casa, mas pessoas pensam assim porque não compreendem a importância do projeto e a quantidade de riscos que são minimizados através dele. O projeto elétrico planeja como funcionará toda a fiação elétrica e futuras instalações na residência. Ao abrir mão desse investimento, você colocará em risco sua família e os eletrodomésticos de sua casa, pois com o dimensionamento de carga incorreto os mesmos poderão queimar e causar grandes transtornos, algo que com o projeto elétrico, será previsto e corretamente dimensionado para que não ocorra.Os projetos elétricos também especificam o local em que ficará cada tomada, interruptor, pontos de luz e várias outras informações. Tudo isso traz agilidade na hora da construção e evita possíveis ocorrências como: Esquecer de colocar tomadas em algum cômodo, não colocar tomadas suficientes para que o ambiente seja funcional, colocar tomadas na altura errada, má distribuição da fiação para a caixa de energia, entre outros. Esses pequenos problemas acabam tornando os ambientes nada funcionais, práticos ou seguros aos moradores. No primeiro momento você pode preferir não adquirir o projeto elétrico por imaginar que está economizando. Porém, o projeto elétrico é um investimento que traz muitos benefícios a longo prazo, e no final de tudo ajuda você a economizar, fazer um planejamento melhor e mais completo. Um projeto bem elaborado evita uma série de problemas, como curto-circuito, quedas na eletricidade e muito mais. Portanto, residências que não possuem um projeto elétrico correm mais riscos, como incêndios, por exemplo. Como fazer instalação elétrica residencial? Passo a passo completo! Faça uma planta da casa Defina os pontos de luz Determine tomadas de uso geral e específico (potências) Calcule a potência total Crie circuitos elétricos Desenhe o posicionamento dos dutos Realize as ligações elétricas 1- Faça uma planta da casa A instalação elétrica começa com o desenho da planta baixa da residência.É essencial identificar as dimensões do imóvel para aplicar as regras da ABNT referentes à instalação elétrica de forma adequada. O projeto luminotécnico também é essencial para criar o projeto elétrico e iniciar a instalação elétrica. Veja o que já publicamos sobre o assunto no blog:O que é Lighting Design? Veja como esta técnica pode ajudá-lo a criar obras deslumbrantes e únicas Entenda a diferença entre luz quente e luz fria e crie a iluminação perfeita!Como calcular a luz? Aprenda a fazer um cálculo luminotécnico rápido e simplificado! 2- Defina os pontos de luz Nessa etapa do projeto de instalação elétrica residencial, serão definidos os pontos de luz do imóvel. Trata-se dos locais onde serão incluídas tomadas, chuveiro, ar condicionado, entre outros itens. A ABNT traz as regras referente a cargas de iluminação em cada ambiente, confira algumas delas: a) em cômodos ou dependências com área igual ou inferior a 6 m² , deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA; b) em cômodo ou dependências com área superior a 6 m² , deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA para os primeiros 6 m² , acrescida de 60 VA para cada aumento de 4 m² inteiros. Referente ao número de tomadas na instalação elétrica, confira algumas regras: a) em banheiros, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada, próximo ao lavatório, atendidas as restrições de 9.1; b) em cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, cozinha-área de serviço, lavanderias e locais análogos, deve ser previsto no mínimo um ponto de tomada para cada 3,5 m, ou fração, de perímetro, sendo que acima da bancada da pia devem ser previstas no mínimo duas tomadas de corrente, no mesmo ponto ou em pontos distintos; c) em varandas, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada; d) em salas e dormitórios devem ser previstos pelo menos um ponto de tomada para cada 5 m, ou fração, de perímetro, devendo esses pontos ser espaçados tão uniformemente quanto possível; 3- Determine tomadas de uso geral e específico (potências) Após definir os pontos de luz, o profissional vai analisar o VA de cada ambiente e determinar o número de tomadas. Com essa informação, fica definida a potência total de cada cômodo.As tomadas de uso geral são aquelas usadas para ligar os aparelhos. O ponto de energia do chuveiro é considerado uma tomada de uso específico. 4- Calcule a potência total Nessa etapa, o profissional soma as potências de cada cômodo e encontra a potência total das cargas. Essa medida é determinada em Watts.Com essa informação, é definido o tipo de disjuntor que será usado na instalação elétrica. 5- Crie circuitos elétricos Um circuito elétrico é uma ligação de elementos, como geradores, condutores, receptores, resistores e interruptores, feita por meio de fios condutores, que formam um caminho fechado que produz uma corrente elétrica. E por que é necessário ter um circuito em uma instalação elétrica? Cada cômodo tem uma necessidade energética específica, e os circuitos são criados para atender essas especificações. Um dos erros mais comuns em instalação elétrica é sobrecarregar um mesmo disjuntor com vários circuitos. Cada circuito precisa ter um disjuntor para funcionar de forma segura e eficiente.De acordo com a norma NBR 5410, locais com equipamentos de maior potência como cozinhas, banheiros, lavanderias e copas precisam ter um circuito elétrico exclusivo para cada uma. Confira a potência mínima para alguns aparelhos: torneira elétrica (3000W) chuveiro elétrico (4000W) máquina de lavar louça (2000W) micro-ondas (1500W) e forno elétrico (1500W) O circuito de iluminação é o mesmo para todos os ambientes. 6- Desenhe o posicionamento dos dutos  A próxima etapa é definir o posicionamento dos dutos para garantir uma instalação elétrica correta e eficiente. Os dutos podem ser instalados embutidos no forro ou de forma aparente.Aliás, a decoração industrial como tubulações elétricas aparentes é uma tendência dos últimos anos. 7- Realize as ligações elétricas Por fim, chega a hora do profissional eletricista analisar o projeto e iniciar a instalação elétrica residencial.Além do projeto de elétrica, é importante criar um projeto luminotécnico, que vai oferecer soluções personalizadas de iluminação para o cliente. Automação Residencial Automação residencial é aplicar todas as

 
MOTIVOS PARA UTILIZAR ENERGIA SOLAR
Economia de energia

5 MOTIVOS PARA UTILIZAR ENERGIA SOLAR

Já imaginou poder diminuir os gastos com contas, reduzir dores de cabeça com falta de luz, diminuir a degradação do meio ambiente e de quebra, ainda ter a opção de “ganhar” dinheiro? Essa parece uma ideia muito utópica e fora da nossa realidade, mas não é. A energia solar é a resposta para essas suposições, ela já está presente em muitos lugares do mundo e tende a ser aqui no Brasil, uma tecnologia popular no futuro. Mas o porquê a energia solar é tão especial? O que ela tem de atrativo para fazer com que eu inicie uma reforma em minha residência? É uma tecnologia vantajosa? Aqui estão 5 motivos do porquê começar a usar energia solar. 1. ENORME ECONOMIA Os sistemas fotovoltaicos possuem grande autonomia, isto é, ele não necessita de outros meios para a geração de energia. O sistema é completo e possui desde a captação de luz solar até a conversão e chegada no quadro de distribuição de energia da sua casa. Este é um processo que por não demandar longas transmissões em grandes redes, permite um maior uso da energia gerada e por sua vez, menos perdas associadas a esta geração. Além disso, possui um baixo valor de manutenção, onde muitas vezes, é necessário apenas a limpeza das placas . 2. IMPACTO FINANCEIRO POSITIVO Além de trazer uma grande economia com relação à energia ofertada pelas concessionárias, a energia solar trás uma enorme valorização para o imóvel e possibilita o “ganho” de créditos junto à concessionária, com a energia “em excesso que não foi usada”, o que permite baratear ainda mais contas de outros imóveis ou simplesmente, deixá-los acumular. 3. DIMINUIÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS A energia mais comum para as residências e estabelecimentos no Brasil, é predominantemente provinda das usinas hidroelétricas, que em um primeiro olhar, não aparentam ter tanto impacto ambiental em sua geração. Porém, a construção de uma usina tem um potencial degradador ambiental muito grande, por necessitar inundar extensas áreas para enchimento de reservatórios. A energia solar por sua vez, não causa danos ao meio ambiente, tendo em vista que não necessita de uma área exclusiva para a instalação, possibilitando eliminar resíduos, evitando a poluição, desmatamento e emissão de gases estufa. 4. RETORNO RÁPIDO DE INVESTIMENTO Considerando a geração do sistema solar, desde o momento da instalação, há uma substituição do uso da energia das concessionárias. Podendo gerar energia suficiente para o consumo próprio e ainda um excedente que volta para a rede externa. Falando em questões temporais, o tempo médio para se ter um payback definitivo é de 5 anos em média. Ou seja, passados 5 anos, todo o sistema já terá sido pago e a economia se fará maior. 5. LONGO TEMPO DE USO E BAIXA MANUTENÇÃO Atrelado à economia, o sistema fotovoltaico possui uma baixa taxa de manutenção e trás consigo uma grande duração dos aparelhos. Mesmo que as placas sejam expostas às intempéries climáticas, as placas possuem uma vida de mais de 25 anos. Contudo, mesmo que elas estejam “no fim de sua vida”, ainda possuirão uma eficiência de cerca de 80% da inicial. A manutenção do sistema pode ser resumida na limpeza das placas solares de tempos em tempos. Limpeza esta que diferente do que muitas pessoas pensam, não demanda a utilização de nenhum produto específico. Por fim, vimos o quanto é vantajosa a instalação de placas solares. O custo de instalação que pode ser um pouco caro de início, quando visto junto ao payback, torna-se atrativo para quem deseja ter uma maior autonomia de suas contas e ter uma preocupação reduzida com contas e excessivas economias. O sistema de geração de energia solar é interessante para todos, desde comerciantes a moradores de casas ou condomínios. Sempre há uma alternativa para melhorar o conforto de seu lar ou comércio.   Agora conheça os 5 motivos do porquê realizar seu projeto fotovoltaico com a EmpelTec Jr. 1. Planta fotovoltaica com garantia de qualidade Nossa empresa é composta por estudantes de engenharia elétrica da faculdade Federal de São Carlos. Contamos com o apoio e avaliação dos professores do departamento de elétrica da UFSCar, uma das instituições educacionais de maior renome do Brasil. 2. Melhor preço no mercado Fazemos parte do Movimento Empresa Júnior, ou seja, somos uma empresa sem fins lucrativos. Isso garante aos nossos serviços, um preço inferior aos de empresas comuns, junto com uma excelência igual ou superior das demais instituições. 3. Parcerias com empresas Fechando um projeto com a EmpelTec, ficaremos responsáveis pelo planejamento da planta fotovoltaica, que é toda a confecção técnica do projeto. Para o prosseguimento, temos parcerias com empresas responsáveis pela compra e instalação dos equipamentos. No geral, todas as etapas serão realizadas por profissionais do ramo, garantindo a qualidade do começo ao fim. 4. Segurança e performance garantida Você sabia que uma das maiores inseguranças de se conseguir um financiamento é o risco de performance da instalação? Uma pesquisa da FGV revelou que o risco do equipamento não ser instalado corretamente é um fator que as financeiras avaliam. E é por isso que é muito importante realizar o seu projeto com empresas que te oferecem essa segurança, e a EmpelTec Jr. pode te garantir isso! 5. Acompanhamento pós instalação Mesmo depois da entrega do projeto ficaremos à disposição para esclarecer qualquer dúvida ou problema que eventualmente possa aparecer. Ficou interessado nesse tipo de investimento? Entre em contato conosco  para saber mais. Texto redigido por Gabriel Rossi, estudante do curso de Engenharia Elétrica da Faculdade Federal de São Carlos.

 
RN 482/2012
Economia de energia Energia Fotovoltaica

RN 482/2012, a lei que permite você gerar energia!

A energia fotovoltaica vem ganhando muita força ultimamente. Isso porque é uma ótima opção sustentável e economicamente viável. Neste post, mostraremos as etapas de um projeto fotovoltaico e a lei que possibilitou tudo isso, a RN 482/2012. Projeto Fotovoltaico: Conheça o passo a passo ANÁLISE DE DEMANDA A primeira coisa a se fazer em um projeto fotovoltaico é analisar a conta de luz. Nela, vemos o consumo mensal de energia em kWh. Fazendo uma média desse consumo nos últimos 12 meses, é possível calcular o tamanho que o sistema precisa ter para produzir essa energia. DIMENSIONAMENTO DE PLACAS Com o valor do consumo mensal e a localidade, é possível calcular os materiais que serão necessários para o projeto: placas, inversores, stringbox, cabos etc. Calculamos quanto de energia será necessário produzir em um dia, sobre o índice de solarimétrico da cidade. Isso resulta na potência necessária de placas. Dividindo pela eficiência do sistema e com o valor de potência de cada placa chegamos ao valor de quantas placas serão necessárias para o sistema. VISITA TÉCNICA Após os cálculos, é necessário realizar uma visita técnica para confirmar a viabilidade e cálculos do projeto. CÁLCULO FINANCEIRO Após termos o valor do projeto, quantas placas são necessárias, quanto será para instalação. Apresentamos o orçamento final e fazemos um cálculo financeiro de investimento/resultado. Mostrando o quanto o investimento volta em forma de resultado em determinado período de tempo. Também nessa etapa é realizada uma orientação em relação a financiamento. DESENHO TÉCNICO Nessa etapa, todo o projeto é desenhado, demonstrando onde ficará cada componente na planta elétrica da residência ou estabelecimento. Também nessa etapa, fazemos a emissão de ART para regularização. ENVIO PARA ANÁLISE E HOMOLOGAÇÃO Aqui, todo o projeto desenvolvido até o momento é enviado para homologação e aprovação da concessionária de energia local. INSTALAÇÃO Sendo aprovado pela concessionária, o projeto passa para a fase de instalação. Que é quando engenheiros e técnicos vão à residência ou estabelecimento para realizar a instalação de todo o sistema fotovoltaico solicitado. RN 482/2012 Para tudo isso funcionar, isto é, nós usufruirmos da energia solar, é necessária uma regulamentação. Em 2012, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) criou a Resolução Normativa nº 482/2012, que permitiu a criação de sistemas de Geração Distribuída local, ou seja, em uma única residência, condomínio, comércio ou indústria. Então, vamos ver quais foram os benefícios da RN 482/2012 e como ficou conhecida no meio da energia solar. Net metering: sistema de compensação de créditos Essa Resolução definiu um sistema de compensação inovador para que os consumidores pudessem ser incentivados a gerarem a própria energia. Como forma de regulamentar e definir os sistemas que podem utilizar da compensação de energia, foram determinados os conceitos de mini e microgeração, os quais são a fonte de embasamento para a possibilidade de conexão de pequenas e médias centrais geradoras na rede elétrica. Basicamente, transforma-se o excesso de geração distribuída em créditos, e assim, são convertidos em desconto no valor pago da fatura. Dessa forma, o brasileiro se tornou capaz de gerar a própria energia solar e fornecer a energia não utilizada para a rede pública, transformando o excedente em desconto nas próximas contas de energia. Uma última coisa a se ressaltar neste tópico é que a RN 482/2012 definiu o prazo de até 36 meses para utilização dos créditos. Prazos menores e menos burocracia Antes da RN nós tínhamos um prazo total de 82 dias para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, agora, isso foi reduzido para 34 dias. Esse é um passo extremamente importante pois simplificou os processos necessários para se conectar a microgeração ou minigeração à rede da distribuidora. Em janeiro de 2017 foi iniciado a solicitação de acesso por meio da internet como um acompanhamento da distribuidora. E isso, fez com que a burocracia fosse reduzida de forma significativa. Pois antes era necessário fazer todo o protocolo de projetos presencialmente. Atualizações da RN 482/2012 Depois que a RN 482 de 2012 foi estabelecida, ela foi atualizada duas vezes. Primeiramente pela Resolução Normativa 517/2012, onde se permitiu a compensação da energia elétrica ativa gerada em uma unidade consumidora diferente da unidade onde a geração ocorre. Fazia-se necessário apenas que ambas as unidades geradoras possuíssem mesma titularidade (mesmo CPF ou CNPJ). E a segunda vez pela RN 687/2015, a qual está em vigor nos dias atuais. Nessa RN estabeleceu-se máximo de 34 dias para aprovar sistema solar junto à concessionária, prazo de até 60 meses para utilizar os créditos do sistema de compensação (net metering), potência máxima de microgeração de até 75 kW, potência máxima de minigeração de até 5 MW. Além disso, também foram estabelecidas mudanças em relação a geração remota, múltiplas unidades consumidoras e geração compartilhada. As novas mudanças da Resolução Normativa 482 O consumidor irá pagar agora a transmissão do fio A, transmissão do fio B, transporte, encargos, e perdas de energia. Isso quer dizer que, ocorre 62% da tarifa de energia, isto é, 38% da energia gerada ainda possuí um aproveitamento financeiro. Ficou interessado nesse tipo de investimento? Entre em contato conosco  para saber mais.

 
Acessibilidade Energia fotovoltaica
Economia de energia Energia Fotovoltaica

Energia fotovoltaica é realmente acessível?

Energia fotovoltaica é realmente acessível? Com certeza você já deve ter ouvido falar muito sobre energia solar, não é mesmo? E que essa fonte de energia possui muitos benefícios para nós consumidores não é segredo para ninguém. Painéis fotovoltaicos fornecem para nós a principal fonte de energia renovável do mundo, é capaz de suprir a demanda de consumo de energia de residências e até indústrias. Por fim, geração de energia solar tem ficado mais barata desde os anos 1980, quando  se popularizou. Atualmente, calcula-se que um sistema suficiente para uma casa média custe entre R$25.000,00 e R$32.000,00, dependendo da região e fornecedor. Agora a pergunta é: essa tal de energia fotovoltaica é realmente acessível? Modelos de financiamento de energia solar fotovoltaica Existem sete tipos principais de modelos de financiamento de energia solar fotovoltaica no Brasil. 1. Modelo de Pessoa Física Neste modelo, tem-se a empresa especializada que desenvolve um projeto de implementação de um sistema solar fotovoltaico para a residência de uma pessoa física. Posteriormente, com projeto e orçamento em mãos (estimado entre R$20.000,00 e R$75.000,00), a pessoa física solicita o financiamento ao banco. Em seguida, o banco vai analisar o projeto e verificar todas as garantias oferecidas. Depois disso, a instituição financeira libera o empréstimo, o projeto é pago à empresa especializada e assim, o projeto é implementado na residência/propriedade do cliente e se inicia a geração de energia fotovoltaica. 2. Modelo Pessoa Física – Autoconsumo Remoto Nesse modelo, o cliente possui outros imóveis, que serão atendidos pela mesma a concessionária do imóvel onde foi instalado o sistema solar fotovoltaico, que também podem se beneficiar da energia gerada pelo sistema solar. São basicamente os mesmos procedimentos do modelo anterior. 3. Modelo Pessoa Física – Geração Compartilhada ou Empreendimento com Múltiplas Unidades Consumidoras Projetos neste nível podem variar entre R$50.000,00 e R$200.000,00, dependendo da potência instalada do projeto. Os passos sãos os seguintes: o projeto é apresentado por uma empresa implementadora a uma cooperativa ou um consórcio, a empresa implementadora (especializada) ou cooperativa solicita o financiamento a uma instituição financeira, a instituição financeira analisa o projeto e oferece o financiamento, ocorre a liberação do empréstimo e pagamento à empresa implementadora . Por fim, a instalação do sistema em uma unidade cooperativa é feita e cada cooperado, que possui um contrato de prestação de serviços com a cooperativa, paga à cooperativa. 4. Modelo Pessoa Jurídica – Consumo Direto Nestes casos, a implementação de sistemas solares fotovoltaicos pode variar entre R$200.000,00 e R$500.000,00, dependendo da potência instalada do projeto. A princípio, temos também um modelo bem parecido com os anteriores, isto é, o projeto é apresentado por uma empresa implementadora a uma PJ, a PJ ou empresa implementadora solicita o financiamento a um instituição financeira, a instituição financeira analisa o projeto e oferece o financiamento, ocorre a liberação do empréstimo e pagamento à empresa implementadora e finalmente, a instalação do sistema na propriedade e início da geração de energia. 5. Modelo Pessoa Jurídica – Autoconsumo Remoto  A diferença aqui é que, nesse caso, a pessoa jurídica possui outros imóveis  como, por exemplo, filiais, atendidos pela mesma concessionária que o imóvel onde foi instalado o sistema solar, que também podem se beneficiar da energia gerada pelo sistema  solar. Analogamente, nesse modelo, aplicam-se os mesmos procedimentos que o de Pessoa Jurídica – Consumo Direto. 6. Modelo Pessoa Jurídica – Geração Compartilhada ou Empreendimento com Múltiplas Unidades Consumidoras Seguindo os mesmos procedimentos do modelo anterior, este financiamento é voltado para um consórcio ou cooperativa composto por diferentes empresas. Com o projeto em mãos, cujo valor médio pode variar entre R$1.000.000,00 e R$5.000.000,00, dependendo da potência instalada do projeto. 7. Modelo Pessoa Jurídica – Miniusina Nesse modelo, uma empresa especializada em projetos fotovoltaicos desenvolve um projeto de miniusina (com potência próxima a 5MW). Com o projeto em mãos, cujo valor médio é superior a R$ 5 milhões, solicita financiamento a uma instituição financeira. Mas então, é acessível ou não? E a resposta é sim! Energia fotovoltaica é realmente acessível. Atualmente, existem muitas formas de financiamento, o que facilita o processo para executar um projeto de energia solar. Uma das estratégias mais utilizadas é garantir que o financiamento de energia solar contemple parte do sistema fotovoltaico via instituição bancária, e a economia de energia se iguale à parcela paga, evitando que se tenha dois custos (parcela + conta de energia). Dessa forma, com a geração de energia e a economia gerada na conta de luz consegue-se pagar a parcela mensal do financiamento. E assim, no final das contas do financiamento, tem-se apenas o ganho da economia gerada. É possível até fazer um fluxo de caixa mostrando que os ganhos pagam o financiamento de projeto de energia solar! Estima-se que uma instalação em uma residência de quatro pessoas se pague entre cinco e seis anos, com os ganhos obtidos com redução da conta de luz. Lá vai mais uma ajudinha da nossa querida EmpelTec Jr. , sempre se atente às condições, prazos e taxas do financiamento e contrate boas empresas para fazer o seu projeto. Dá uma olhadinha em alguns fatores interessantes que a gente preparou para você! Você sabia que uma das maiores inseguranças de se conseguir um financiamento é o risco de performance da instalação? Isso mesmo, uma pesquisa da FGV revelou que o risco de o equipamento não ser instalado corretamente é um fator que as financeiras avaliam. E é por isso que é muito importante realizar o seu projeto com empresas que te oferecem essa segurança, e a EmpelTec Jr. pode te garantir isso! Ficou interessado nesse tipo de investimento? Entre em contato conosco  para saber mais. Texto redigido por Matheus Henry Lopes Costa, estudante do curso de Engenharia Elétrica da Faculdade Federal de São Carlos.

 
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Economia de energia

Marketing verde: O que é? E como pode mudar o seu negócio?

Marketing verde: O que é? E como pode mudar o seu negócio? Constantemente vemos os termos sustentabilidade e marketing verde aparecendo em nosso dia a dia. Já se perguntou o porquê disso? Segundo a Agenda 2030, que é um plano de ação da ONU desenvolvido para fazer do mundo um lugar mais justo, próspero e ecológico, alguns dos principais problemas a serem combatidos são: Aquecimento global, onde seu maior contribuinte é a emissão de CO2 que desde 1990 aumentou cerca de 50%; A escassez de água afeta mais de 35% da população mundial; Segundo a ONU, em 2030 seremos 8,5 bilhões de pessoas, obrigando-nos a  repensar sobre a gestão de resíduos.   Esses problemas se tornaram inevitáveis devido ao estilo de vida que temos; aqui, temos um gráfico demonstrativo, que utilizando alguns dados pessoais, nos mostra quantos planetas precisaríamos se todas as pessoas tivessem um mesmo estilo de vida. Acesse http://pegadaecologica.org.br/pegada.php para descobrir a sua pegada. Ficou chocado? Por conta da degradação do meio ambiente e suas consequências para o planeta, sentidas por todo o mundo, as pessoas foram “obrigadas” a defender a sustentabilidade e promover as práticas ecologicamente corretas.  Tudo isso fez com que as grandes marcas adotassem o uso de materiais recicláveis na entrega de seus produtos e componentes limpos (amigos do meio ambiente) no processo de produção. Esse novo modo de pensar proporcionou oportunidades para as empresas de se diferenciarem da concorrência através da divulgação dessas atitudes, o que é o próprio marketing verde. Vamos explicar o porquê você também deveria passar a investir nessa estratégia de marketing para a sua empresa. O que é e como funciona: Marketing verde, também conhecido como ecomarketing ou marketing ambiental, é uma estratégia que consiste em vender uma imagem de que a sua empresa é ecologicamente consciente. E como mostrar isso? 7 iniciativas para você usar no seu negócio: Utilizar matérias-primas que visam reduzir os impactos ambientais; Ter processo de produção não prejudicial ao meio ambiente, evitando o uso excessivo de água e diminuindo a emissão de gases poluentes; Garantir que as embalagens utilizadas e os resíduos gerados possam ser reutilizados; Mudar a logística da empresa na intenção de reduzir emissões de gases poluentes por parte dos automóveis tanto na parte  das entregas quanto no recebimentos de materiais;  Aumentar a durabilidade do seu produto;  Evitar gastos excessivos com energia e usar, por exemplo, a energia solar como fonte de energia limpa e sustentável; Incentivar as empresas parceiras a terem uma postura ecologicamente correta. Outro ponto importante é que os todos os funcionários partilhem dessa mentalidade e não existe jeito melhor do que dar o exemplo, ou seja, esse comportamento deve vir primeiramente dos donos e fundadores da empresa, afinal além de serem os representantes da marca são também influenciadores. E somente depois que essa mentalidade estiver instaurada na empresa que se deve apresentá-la para os consumidores. Não podemos deixar de falar sobre alguns princípios do marketing verde que são considerados seus alicerces, estes são: Os 3 “Rs” : Reduzir; Reutilizar; Reciclar. E os 4 “Ss” : Segurança; Sustentabilidade; Satisfação do consumidor; Social acceptance (aceitação social). Se a sua empresa for capaz de investir em cada um desses pontos, você vai economizar com energia e recursos financeiros além, é claro, de contribuir com o meio ambiente. E adotar essa postura ecológica se tornou tão imperativo nos últimos anos que apenas passar a imagem que a empresa se preocupa com essas questões não é mais suficiente, é necessário ter ações empresariais que realmente transformem quando o assunto é sustentabilidade.  Greenwashing: Também conhecido como discurso verde, ocorre quando as marcas afirmam ser sustentáveis, mas na prática isso só permanece no discurso e não nas ações, também ocorre quando a marca divulga informações falsas. Alguns casos de greenwashing que estão sendo analisadas pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) são: Existem fabricantes de fósforo que possuem embalagens que afirmam que a madeira utilizada é 100% reflorestada, mas não tem o selo de certificadora ambiental como o FSC e o Cerflor; Certos fabricantes de sacos de lixo declaram que o composto utilizado é feito de material reciclado, mas não informam a porcentagem relativa a reciclagem na composição. Esses selos são conhecidos como certificações ambientais, eles são uma garantia de que o produto não trouxe malefícios para o meio ambiente em nenhuma etapa da sua produção e nem causará impactos ambientais durante seu uso e descarte. Para a obtenção de uma certificação ambiental a empresa deve apresentar um laudo técnico de alguma instituição de pesquisa cadastrada que garanta esses pontos apresentados.  Como o marketing verde pode ajudar em seu negócio ou valorizar o seu imóvel: Atualmente com a evolução das plataformas digitais e a facilidade que os consumidores têm para acessá-las se criou um diálogo de grande proximidade entre marcas e consumidores. Isso permitiu aos consumidores conhecer mais sobre os processos produtivos das organizações, o que permitiu a eles tomarem as decisões de compra baseados nas atitudes sociais das marcas, ou seja, o marketing verde se tornou um diferencial competitivo para as marcas. Outra vantagem é o ganho de credibilidade, afinal você demonstra uma postura comprometida com o futuro e isso abre oportunidades na busca por investimentos. Algumas das medidas apresentadas para a sua empresa demonstrar que tem uma consciência ecológica trazem outros benefícios como, por exemplo, evitar gastos excessivos com energia. Uma maneira encontrada por algumas marcas de cumprir com essa medida e ainda optar por uma fonte de energia  mais limpa e sustentável foi usarem a energia solar. Confiram dois exemplos bem sucedidos de marcas conhecidas que adotaram o uso de energia solar e produzem a sua própria energia: FedEx Na unidade em Colônia, nos EUA, a FedEx possui a maior instalação de placas fotovoltaicas em um telhado do mundo, as placas fotovoltaicas ocupam uma área de 16.000 metros quadrados e geram  cerca de 80.000 quilowatts por hora. ____________________________________________________________________________________________ Apple Desde 2018 toda a energia gasta pela Apple vem de fontes de energia limpa, dos 626 megawatts produzidos e utilizados pela marca, 286 são de

 
placa solar no telhado de casa
Economia de energia

Por que ter placas solares?

Por que ter placas solares? Você já deve estar cansado de ouvir dicas de como economizar energia em casa e não surtir nenhum efeito. Essa aqui que eu vou te dar é valiosa e prometo que vale a pena. Já ouviu falar sobre aquecedores solares ou placas solares? Sabia que eles podem ter um impacto positivo na sua conta de luz? Não? Continua lendo pra aprender um pouco mais sobre eles e como podem reduzir seus gastos de energia em casa. O que são? As placas solares são responsáveis por captar a radiação solar. O calor é então transferido e esquenta a água do reservatório térmico. Essa água pode ser utilizada depois para consumo. Como o Brasil é um país tropical, sua incidência de luz solar é alta. Isso é benéfico para o funcionamento dessas placas, pois há maior incidência de radiação nelas. Leia mais: como funciona a energia solar. Custo Depois do ar condicionado e da geladeira, o chuveiro elétrico é considerado um dos grandes vilões da conta alta de energia. Como o banho é uma atividade diária na vida do brasileiro, conseguir uma forma de economizar em itens tão utilizados, ao final do mês faz uma grande diferença. Apesar da instalação do aquecedor solar ser mais alta que outros sistemas, como o chuveiro elétrico, por exemplo, a médio e longo prazo o retorno compensa. Além do chuveiro, é possível utilizar essas placas no aquecedor de piscinas, ao invés do aquecedor elétrico. Entretanto, as placas utilizadas para esse objetivo são diferentes das de uso doméstico. Retorno O tempo de vida útil de um aquecedor solar é de aproximadamente 20 anos e o retorno a médio prazo é de 2 anos. No final, é muito vantajoso, podendo ter uma redução de custo de até 30% na conta final. Além disso, imóveis com aquecimento solar estão sendo cada vez mais valorizados no mercado, por não agredirem ao meio ambiente. Ficou interessado nesse tipo de investimento? Entre em contato conosco para saber mais.

 
mulher segurando controle de ar condicionado
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Tudo sobre ar condicionado

Tudo sobre ar condicionado Para a grande maioria das pessoas, o ar condicionado é sinônimo de conforto. Faz tempo que esse eletrodoméstico deixou de ser lembrado somente no verão: grandes empresas, lojas e residências trazem esse pequeno luxo para a realidade de quem passa por ali. Porém, mesmo estando tão presente, muitos ainda têm dúvidas quanto ao seu funcionamento, seus modelos e à sua manutenção. E para te ajudar nesse assunto, vamos trazer os pontos mais importantes sobre ele neste texto! Como funciona? O princípio básico de funcionamento do ar condicionado é a troca de calor entre o ar quente do ambiente e o sistema de refrigeração interno do aparelho. Para isso, são utilizados gases chamados de R-22 e R-44 na maioria dos casos. Em poucas palavras, o aparelho suga o ar quente presente no ambiente que é conduzido por um evaporador e em sequência troca calor com o gás refrigerante e é devolvido ao ambiente em uma temperatura menor. Porém, mesmo apresentando o mesmo princípio de funcionamento, existem tipos diferentes desse aparelho e vamos apresenta-los para você em seguida. Tipos de ar condicionado Para escolher o ar-condicionado ideal para a sua casa ou negócio, é importante conhecer um pouco sobre os tipos mais comuns e quais são seus principais benefícios. Split Dentre os principais modelos, o split é o mais moderno. Apresenta maior número de funções e um design arrojado. Além disso, apresenta alta potência o que garante funcionamento efetivo nos dias mais quentes. Porém, a sua instalação é muito trabalhosa e vai exigir uma pequena reforma no local, além de que é necessário na maioria dos casos a contratação de um técnico especializado para realizar o serviço. Por conta desse empecilho, são mais comuns em locais que ainda estão construindo. Além de tudo, vale ressaltar que este modelo pode apresentar uma função que faz com que a temperatura seja controlada continuamente, economizando energia. Leia mais: dicas de economia de energia. Janela Esse tipo de ar-condicionado tem a instalação mais simples que o modelo split. Para colocá-lo em funcionamento, basta ter uma janela disponível, evitando buracos na parede. Esses aparelhos variam muito quanto a sua tecnologia: desde painéis mecânicos até painéis eletrônicos. Portátil Esse modelo é o que apresenta maior mobilidade dentre todos. Ideal para ambientes pequenos, o ar-condicionado portátil possui menor potência que os apresentados, porém é o mais prático e com instalação mais fácil disponível, dispensando o trabalho de um técnico. Ar condicionado reverso O ar condicionado reverso é único que consegue, além de esfriar, esquentar o ambiente. E essa função faz uma grande diferença na decisão sobre qual seria o modelo ideal para você. Geralmente apresentam um custo um pouco mais elevado que os outros modelos, porém caso essa função seja necessária, este é o seu modelo. Funções importantes O ar condicionado possui muitas funções além da regulagem de temperatura, ligar e desligar. Aqui vamos apresentar algumas outras funções importantes que podem te ajudar a manuseá-lo: Autolimpeza: nessa função o aparelho realiza uma rotina para se auto limpar e não prejudicar o ar que está sendo jogado ao ambiente. Timer: nessa o usuário é capaz de programar o tempo em que o ar-condicionado ficará ligado. Econômico: essa talvez seja a função mais relevante do aparelho. O ar-condicionado é um dos vilões da nossa conta de energia, e essa função pode ajudar você a controlar esse gasto. Super Turbo: ao selecionar essa função, o aparelho vai fazer com que o ar do ambiente chegue à temperatura desejada de forma mais rápida. Favorito: alguns aparelhos apresentam essa função em que é possível determinar parâmetros para serem admitidos todas as vezes em que for selecionado. Oscilar: essa função faz com que as pás do ar-condicionado oscilem, circulando melhor o ar pelo ambiente. Como limpar o aparelho É importante salientar que todos os modelos devem ser limpos periodicamente, variando de acordo com o fabricante. Porém, mesmo apresentando a função autolimpeza, é preciso que a higienização do eletrodoméstico seja feita. Caso seja negligenciada, pode afetar diretamente na saúde das pessoas que frequentam aquele ambiente. Mas a limpeza manual é simples e vou apresentar aqui um passo a passo que cobre grande parte dos aparelhos: Retire o painel de filtro de acordo com o manual de instruções. Vale ressaltar que no portátil, esse filtro fica atrás do aparelho na maioria dos casos. Lave o filtro com água, e se preferir pode usar detergente neutro. Deixe secar antes de colocá-lo novamente no aparelho. E para finalizar, passe um pano úmido na área externa, com precauções nas áreas que estão próximas de qualquer parte eletrônica ou elétrica. Agora que você já sabe tudo sobre esse aparelho, já pode escolher sem preocupações qual melhor se adequa a sua realidade. Na EmpelTec Jr, levamos o seu bem-estar em consideração em qualquer projeto que executemos, inclusive o melhor ar condicionado para você. Últimas publicações

 
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Iluminação: tudo o que você precisa saber para a sua casa

Iluminação: tudo o que você precisa saber para a sua casa Que uma casa precisa de uma iluminação, todo mundo sabe, mas como fazê-la da melhor forma? Neste post passaremos por todos os cômodos da casa, desde o banheiro até seu quarto, e vamos comentar qual a melhor para cada um deles. Seja a sua residência um pequeno estúdio em São Paulo ou uma grande casa no interior, você precisa se preocupar com suas luzes. Uma lâmpada mal colocada pode interferir diretamente na sua produtividade, sabia? Sem mais delongas, vamos começar? Banheiro Este ambiente deve estar muito bem iluminado para a sua finalidade. Para começar, pense na iluminação que vai cobrir todo o ambiente, depois nos focos. Ela deve ser evitada de ser colocada em cima do vaso sanitário, pois ele não é o destaque do seu banheiro. Além disso, isso traria desconforto para alguém utilizando ele. Uma dica especial é usar plafons para o banheiro, eles trazem um ar de modernidade e também fazem uma melhor distribuição da luz no ambiente. A unidade usada para fazer o cálculo de iluminância adequada para um ambiente é o “lux”. Para a luz geral de um banheiro, a quantidade necessária é cerca de 300 luxes. Para entender como funciona esse cálculo, entre em contato conosco. Já para os pontos de destaque, como o espelho, é legal investir em arandelas. Elas, assim como o plafon, trazem um ar de modernidade e também uma beleza para o seu cômodo. Caso você não queira algo que fique tão evidente como uma arandela, para não ocupar espaço, você pode optar por uma fita de led por traz do espelho, que é mais discreta. Essa opção, além de funcional, traz um efeito decorativo. As lâmpadas leds são mais econômicas e trazem uma qualidade o ambiente, para entender um pouco mais sobre elas, confira nossa última publicação que te explicamos o porquê ela pode te trazer uma economia muito grande no final do mês. Cozinha Neste cômodo, diferente do banheiro, não iremos começar pensando na iluminação geral. Temos que pensar, inicialmente, em como podemos aproveitar ao máximo as luzes naturais. É muito importante termos janelas bem localizadas, que deixam o cômodo mais arejado e, consequentemente, mais iluminado. 300 a 500 luxes é a faixa de iluminância aconselhada neste cômodo. Tendo certeza que seu ambiente aproveita ao máximo iluminação natural, vamos pensar na melhor colocação de pontos artificiais. Neste cômodo, vamos optar por usar diferentes pontos. Eles devem estar distribuídos de forma a deixar sua cozinha estrategicamente iluminada. A escolha de spots bem distribuídos traz uma praticidade para a sua cozinha. Uma outra opção, para garantir que sua cozinha esteja bem iluminada, é optar por iluminações internas nos armários, garantindo que não fique difícil de encontrar o que você precisa. Caso sua cozinha seja uma cozinha que é dividida com a sala, a famosa “cozinha americana”, é aconselhado a colocar luzes cima da bancada. Isso trará um conforto maior para o ambiente. Além disso, a iluminação aconselhada nesse caso seria uma de cor mais quente, que deixa o ambiente mais aconchegante. Salas A sala de estar é o cômodo que o cliente mais participa da concepção do projeto, pois é realmente algo que depende muito do gosto pessoal dele. Aqui nós temos que pensar em diferentes variáveis, como os móveis, as cores das paredes (em todos os cômodos devemos pensar nesses pontos, mas quando você está na sala, você quer relaxar, e acaba reparando mais em detalhes). Nas salas temos algumas opções que agradam diferentes pessoas, como o uso de sanca, que é um recorte no gesso, que traz uma iluminação uniforme e também um ar de simplicidade, mas ao mesmo tempo de robusteza. É legal, na sala, usar tons mais quentes, pois estes são mais aconchegantes, cansam menos a visão e geram uma atmosfera mais envolvente na sala. Além disso, opte por uma iluminação indireta e também que possa ser controlada, para você poder escolher como você quer ela dependendo da ocasião. Uma dica especial é você automatizar a dimerização deste ambiente com automação residencial. Para saber mais sobre casas inteligentes: clique aqui. Halls e circulação Muitas pessoas ficam em dúvida quanto aos corredores, pois eles não são o foco da sua casa, mas são eles os responsáveis por dar as boas-vindas a um novo cômodo. Por conta dessa “responsabilidade dos halls”, sua iluminação deve ser muito bem cuidada. Uma sugestão são múltiplos spots embutidos, de forma a evitar áreas de sombra e garantir luminosidade por toda a sua extensão. Muitas vezes você deve pensar “mas será que se eu colocar todos esses pontos de iluminação, a minha conta de luz não vai vir muito cara?”. Toda a conta final da sua casa vem de acordo com o seu consumo. Quando você opta por lâmpadas leds, como citado anteriormente, o valor deste consumo não é tão alto. Para saber se sua conta de energia está condizente com a realidade, clique aqui . Quartos Este ambiente, assim como citado na sala, deve estar totalmente de acordo com a vontade do cliente, pois é o local onde ele vai passar mais tempo. Para começarmos a falar da iluminação, precisamos entender o conceito de temperatura de cores. A temperatura das luzes do cômodo interfere na sensação que ele passa. Pela imagem, é possível concluir que a melhor opção para um quarto é uma quente. Ela traz uma sensação de aconchego maior e também não interfere tanto no seu nível de sono. A iluminação fria te mantém mais atento e acordado, o que não é o ideal para um quarto. Se você tem, junto ao seu quarto, uma mesa de estudos ou trabalho, você deve ter uma iluminação própria para esta área. Para entender como turbinar seu home office, basta dar uma lida neste texto que fizemos e aumentar mais ainda a sua produtividade. No seu quarto você pode optar por luzes de forma direta ou indireta, sendo a segunda uma que traria destaque para lugares em específico. Ficou interessado em

 
lâmpadas
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Como funciona uma lâmpada de LED? Ainda vale a pena utilizá-la?

Como funciona uma lâmpada de LED? Ainda vale a pena utilizá-la? Já faz alguns anos que as lâmpadas de LED são apresentadas como uma possível solução para reduzir a conta de luz de comércios e residências. Conhecidas como a “iluminação do futuro”, elas podem trazer muitos benefícios a quem as utiliza. Você sabia, por exemplo, que o LED atrai menos insetos em comparação a outros tipos de iluminação? Sim, e isso tem a ver com o seu funcionamento. Caso você não saiba como uma lâmpada de LED funciona ou o porquê dela gastar menos que outros tipos de iluminação, continue lendo, que essas e outras dúvidas serão esclarecidas. Ao final do artigo você também saberá o quanto ela pode te trazer de economia ao final de um mês Você suspeita que sua conta está vindo muito alta? Aproveite e aprenda a calcular o valor correto. Vamos às explicações! O funcionamento de uma lâmpada de LED Primeiramente, é interessante saber que LED é a sigla para light-emitting diode ou, no bom português, diodo emissor de luz. O diodo, por sua vez, é um componente amplamente utilizado na eletrônica, ele é composto por dois materiais semicondutores) de tipos diferentes que, quando ligados, formam o que chamamos de junção P-N. Nessa junção é formada uma barreira que permite que a corrente elétrica circule somente por um sentido no componente. Quando o diodo é ligado corretamente, os elétrons conseguem ultrapassar a barreira da junção, passando do lado “N” para o lado “P” e assim fazendo circular corrente elétrica. Durante essa passagem de lado, os elétrons emitem energia em forma de luz (visível ou não). A faixa de frequência dessa luz vai variar de acordo com o material semicondutor utilizado. Muitos diodos emitem luz numa faixa de frequência que os humanos não enxergam, como infravermelho (IR), no entanto, alguns conseguem emitir luz visível, e são esses que chamamos de LED. Como a faixa de frequência de luz emitida por esse componente é estreita, quando o utilizamos na iluminação, ele dificilmente vai emitir luz ultravioleta (UV), que é justamente a que atrai os insetos. É por isso que, se comparada a lâmpadas incandescente e fluorescente, a de LED atrai menos desses bichos. Se quiser entender mais a fundo sobre como é feita a construção desse componente, você pode ler mais sobre o diodo) e o LED. Por que a lâmpada de LED gasta menos? Para responder essa pergunta, é necessário entender três conceitos, fluxo luminoso, potência da lâmpada e eficiência luminosa. Fluxo luminoso é a quantidade total de luz visível emitida por uma fonte. Essa luz deve ter um comprimento de onda entre 380 e 780 nm, ou seja, do violeta ao vermelho. Essa grandeza é medida em Lúmen (lm). Já a potência da lâmpada é a quantidade de energia elétrica que ela consome, seja para produzir luz ou calor, em um determinado tempo. Quanto maior sua potência, mais energia ela gasta e maior a sua conta no fim do mês. A potência é medida em Watts (W). Por último temos a eficiência luminosa, que é simplesmente a divisão do fluxo luminoso pela potência (Eficiência luminosa = lm/W). Ela nos diz o quão bem uma lâmpada ilumina para o tanto de energia que ela consome. A eficiência luminosa é medida em lúmen/ Watt (lm/W). Agora que sabemos esses conceitos, podemos responder a pergunta. As lâmpadas de LED gastam menos, pois aproveitam melhor a eletricidade que passa por elas. A maior parte da energia que ela consome é transformada em luz, apenas uma pequena porcentagem se perde como calor, 5%. No caso das lâmpadas fluorescentes, ou compactas, criadas como uma alternativa para as incandescentes, uma porcentagem maior da energia é desperdiçada, cerca de 30%. E em último lugar, temos as famosas lâmpadas incandescentes, ou comuns, elas são as que mais desperdiçam energia, aproximadamente 95% da eletricidade que ela consome é transformada em calor, ao invés de luz, e por isso foram proibidas de serem vendidas. Ou seja, para uma mesma potência, as lâmpadas incandescentes produzem bem menos luz do que as dos outros dois tipos. Então, para produzir o mesmo fluxo luminoso, a lâmpada de LED é a que gasta menos energia. Ordenando de acordo com a eficiência luminosa, as incandescentes se apresentam como a alternativa menos eficiente, seguido pelas fluorescentes e as de LED como a melhor escolha. A economia de energia traduzida em números Já sabemos que o LED é a forma de iluminação mais eficiente dentre as opções apresentadas anteriormente. Mas o quão menor é esse gasto em reais? O investimento realmente vale a pena? Em quanto tempo começarei a ter retorno? Consideremos três lâmpadas com fluxo luminoso semelhante, uma incandescente de 60W, uma fluorescente de 15W e uma de LED de 9W. Se utilizarmos cada lâmpada durante 8 horas por dia, num período de 1 mês, obtemos o seguinte: Tipo Incandescente Fluorescente LED Potência 60W 15W 9W Uso diário 8h 8h 8h kWh/mês 14,40 3,60 2,16 Custo R$ 12,24 R$ 3,06 R$ 1,84 Para o valor do custo mensal, foi considerado o preço do kWh cobrado pela CPFL Paulista, no valor de R$0,85/kWh para tarifa residencial. Como você pode ver, a diferença no custo mensal é bastante significativa, as lâmpadas de LED podem trazer até 40% de economia em relação às fluorescentes e até 85% se comparadas às incandescentes. Caso você queira substituir a iluminação fluorescente de sua casa por uma de LED, o investimento se paga em cerca de 5 meses. Já se as lâmpadas que você utiliza são incandescentes, ao fazer a substituição, o investimento se cobre logo no 1º mês. Além de tudo isso, lâmpadas de LED têm uma vida útil muito grande, podendo chegar a até 50.000h de uso. E seu preço está ficando cada vez mais acessível, podendo encontrar esse produto por menos de R$10,00. Se você chegou até aqui, então já sabe como funciona um LED e a economia que ele pode trazer à sua conta de luz. Acho que agora você tem motivos suficientes pra